Los Hermanos fazem (mais uma) despedida leve e divertida para 45 mil pessoas em São Paulo

O público claramente gosta de ver os Los Hermanos de volta. No maior show de sua turnê (e talvez de sua carreira), o quarteto carioca se despediu novamente e mostrou que o sentimento é recíproco ao apresentar sua melhor forma desde o hiato de 2007 para 45 mil pessoas em um Allianz Parque esgotado em São Paulo neste sábado (18).

Os fãs acompanharam a banda ao longo de toda a apresentação de quase duas horas, com sucessos de todos os seus quatro discos. “Corre corre”, primeira canção nova lançada em abril após 14 anos sem novidades, foi a única intrusa.

Após quatro anos sem shows, o grupo respondeu à energia de um estádio lotado e se mostrou mais à vontade. Em uma apresentação leve e bem mais espontânea que as automáticas de 2012 e de 2015, os vocalistas Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante ainda seguiram o roteiro à risca, mas pareciam se divertir muito mais.

O maior problema ficou com os telões instalados nas laterais do palco. Pequenos e intercalando a transmissão do show com imagens aleatórias, mostram uma falta de vocação para grandes apresentações em estádios.

Afinal, eles podem ter oferecido boa decoração para quem estava próximo, ainda mais somados ao cenário com luzes de LED atrás da banda, mas deixaram o público mais afastado sem conseguir acompanhar exatamente o que acontecia no palco.

Los Hermanos toca em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Los Hermanos toca em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Montanha-russa

A banda montou mais um repertório que eles mesmos chamam de “montanha-russa”. “A flor”, música de “Bloco do eu sozinho” (2001), animou o público de saída ao abrir o show com os vocais de Camelo e de Amarante.

Mesmo assim, precisou de mais quatro músicas até que acontecesse a primeira interação com a plateia. “É um prazer estar com vocês nessa noite linda de lua cheia”, afirmou Camelo. A chuva dos últimos dias por sorte deu trégua, mas infelizmente ainda assim não era possível confirmar se ele estava certo.

Por volta da sétima canção, “Condicional” (do disco “4”), um arranjo um pouco mais barulhento e estridente mostrou uma bem-vinda vontade de ser um pouco diferente. O público, no entanto, não respondeu tão bem e por um tempo era possível testemunhas alguns grupos conversando.

A dispersão pelo menos durou pouco. “A outra”, de “Ventura”, recuperou a atenção da galera com seu refrão sofrido e ritmado somado a uma bela luz vermelha que iluminou todo o estádio.

Depois disso, a energia guardada explode na sequência de quatro canções do primeiro disco, “Los Hermanos” (1999) com sua velocidade mais hardcore. “Tenha dó”, “Quem sabe” (com direito a Amarante descendo o palco e se jogando em cima do público), “Descoberta” e Anna Júlia” fazem o trabalho de prender de vez a atenção e os olhares dos fãs.

Los Hermanos toca em São Paulo  — Foto: Marcelo Brandt/G1

Los Hermanos toca em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Sonha, hermano

Depois de tantos refrões cantados a plenos pulmões por um estádio cheio, a dupla de vocalistas se solta de vez. A já padrão pergunta de quem está em seu primeiro show do Los Hermanos vira brincadeira quando Amarante emenda um “e quem nunca mais vai voltar?”. Pode ter sido combinado, mas não pareceu.

Até porque na sequência os dois fazem passinhos durante “Paquetá”, outra canção do último disco, e parecem novamente aquela banda que estourou como uma das maiores do rock nacional. Não pela desenvoltura propriamente dita, é claro, mas pela diversão demonstrada por seus membros em cima do palco.

O auge chega em “Último romance”. O público quase engole a performance de Amarante, mas o cantor mostra que sua a voz está melhor do nunca.

Além dele, os músicos de apoio dos metais (Bubu no trompete, Mauro Zacharias no trombone e Índio no sax) merecem destaque. Além do excelente trabalho de sempre, na melancólica “Pois é”, momentos antes, eles chegam a roubar a cena por breves segundos.

Los Hermanos toca em São Paulo  — Foto: Marcelo Brandt/G1

Los Hermanos toca em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Um abraço coletivo atrás da bateria após “Conversas de botas batidas”, última música antes da pausa do bis, reforça uma união que parecia não existir mais. Talvez seja o sucesso da turnê, talvez seja os anos separados, mas algo definitivamente está diferente.

Neste momento de agradecimento a todos que participaram da produção do show, Camelo cita o tecladista Bruno Medina para resumir a sensação de ver um estádio cantando suas músicas: “Um sonho que a gente nunca imaginou sonhar”.

Cinco minutos depois, o combo matador de “Deixa o verão” e as porradas de “Azedume” e de “Pierrot” encerram de vez o show e a turnê.

É bom ver os Los Hermanos de volta. Melhor ainda seria se esta fosse sua última despedida, e um recomeço de verdade para o quarteto.

Los Hermanos toca em São Paulo  — Foto: Marcelo Brandt/G1

Los Hermanos toca em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Veja o setlist da apresentação:

  • 1. “A flor” (Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, 2001)
  • 2. “Além do que se vê” (Marcelo Camelo, 2003)
  • 3. “Retrato pra Iaiá” (Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo, 2001)
  • 4. “O vencedor” (Marcelo Camelo, 2003)
  • 5. “O vento” (Rodrigo Amarante, 2005)
  • 6. “Todo Carnaval tem seu fim” (Marcelo Camelo, 2001)
  • 7. “Condicional” (Rodrigo Amarante, 2005)
  • 8. “Corre corre” (Marcelo Camelo, 2019)
  • 9. “Primeiro andar” (Rodrigo Amarante, 2005)
  • 10. “A outra” (Marcelo Camelo, 2003)
  • 11. “Morena” (Marcelo Camelo, 2005)
  • 12. “Pois é” (Marcelo Camelo, 2005)
  • 13. “Sentimental” (Rodrigo Amarante, 2001)
  • 14. “Samba a dois’ (Marcelo Camelo, 2003)
  • 15. “Tenha dó” (Marcelo Camelo, 1999)
  • 16. “Quem sabe” (Rodrigo Amarante, 1999)
  • 17. “Descoberta” (Marcelo Camelo, 1999)
  • 18. “Anna Júlia” (Marcelo Camelo, 1999)
  • 19. “O velho e o moço” (Rodrigo Amarante, 2003)
  • 20. “Paquetá” (Rodrigo Amarante, 2005)
  • 21. “Do sétimo andar” (Rodrigo Amarante, 2003)
  • 22. “Último romance” (Rodrigo Amarante, 2003)
  • 23. “De onde vem a calma” (Marcelo Camelo, 2003)
  • 24. “Conversa de botas batidas” (Marcelo Camelo, 2003)

Bis:

  • 25. “Deixa o verão” (Rodrigo Amarante, 2003)
  • 26. “Azedume” (Marcelo Camelo, 1999)
  • 27. “Pierrot” (Marcelo Camelo, 1999)
Los Hermanos toca em São Paulo  — Foto: Marcelo Brandt/G1

Los Hermanos toca em São Paulo — Foto: Marcelo Brandt/G1

*G1

“Rocketman”, filme sobre Elton John, estreia em Cannes

Astro considerado excêntrico por muitos, o cantor inglês Elton John colocou seu excepcional repertório musical a serviço da luta contra a aids e agora sua música pop engajada chega aos cinemas com “Rocketman”, filme exibido fora de competição no Festival de Cannes. Dirigido por Dexter Fletcher, o longa-metragem será projetado nesta quinta-feira na presença do artista de 72 anos, interpretado pelo ator britânico Taron Egerton.

O filme explora a ascensão do cantor e compositor, assim como sua frutífera relação de trabalho com Bernie Taupin, que escreveu as letras de várias de suas canções. Os dois se conheceram ao responder a um anúncio publicado por uma gravadora de Londres em 1967, quando o cantor, cujo nome verdadeiro é Reginald Kenneth Dwight, tinha 29 anos e adotou o nome artístico de Elton Hercules John.

A parceria gerou um fenômeno mundial, iniciado em 1970 com o álbum “Elton John”, que tinha o hit “Your Song”. Entre 1970 e 1976, a dupla lançou 14 álbuns, que incluíram canções que se tornaram clássicos, entre elas “Rocket Man”, “Crocodile Rock”, “Bennie and the Jets” e “Don’t Go Breaking My Heart”. Após um breve afastamento, os dois retomaram a colaboração em 1980, o que levou Elton John novamente ao topo das paradas, especialmente com a canção “I’m Still Standing”.

Com a música “Candle in the Wind 1997”, um sucesso de 1973 que o cantor reescreveu a pedido da família real britânica em homenagem à princesa Diana e que interpretou no funeral de sua amiga na Abadia de Westminster, Elton John bateu o recorde de single mais vendido no mundo: 33 milhões de exemplares.

Bastidores obscuros

No palco, o figurino extravagantes e suas acrobacias atraíam multidões. Mas nos bastidores o cenário era obscuro, com drogas, álcool e crise de bulimia. Até que o cantor conheceu um jovem hemofílico contaminado com o vírus da aids no início dos anos 1990, o que marcou uma guinada em sua carreira e uma mudança radical em sua vida. “Era desintoxicar ou morrer”, explicou o artista, que se considera “sortudo” por não ter contraído o HIV.

Ele criou a Fundação Elton John de combate a Aids em 1992, um ano depois da morte de seu amigo Freddie Mercury, líder do grupo Queen, vítima da doença. A rainha Elizabeth II o nomeou cavaleiro em 1998. A recuperação pessoal foi acompanhada de uma ressurreição musical, marcada pelo êxito de “Sacrifice” em 1990. Após uma cirurgia nas cordas vocais em 1987, sua voz ganhou um tom mais grave.

300 milhões de discos

Elton John vendeu mais de 300 milhões de discos no mundo, fez mais de 3.500 shows e venceu diversos prêmios, incluindo um Oscar em 1995 pela canção “Can You Feel the Love Tonight”, composta para a animação “O Rei Leão”. En 2016, seu 33º álbum de estúdio, “Wonderful Crazy Nights”, mais uma colaboração com Bernie Taupin, foi um dos 10 mais vendidos no Reino Unido.

Com um retorno às origens roqueiras de seu piano, Elton John demonstrou sua alegria de viver, entre seu casamento e a paternidade recente. “Olhar para trás é uma perda de tempo”, cantou em “Looking Up”. Na balada final “The Open Chord”, fala sobre a vida familiar e faz referência ao fim dos “pecados” e os “horrores que o diabo me fazia carregar todos os dias”.

Elton John se casou com seu companheiro David Furnish em 2014, poucos meses depois da legalização do casamento gay na Inglaterra. O casal tem dois filhos: Zachary, nascido em 2010, e Elijah, nascido em 2013. No ano passado, o cantor e compositor anunciou que se aposentaria após uma turnê de despedida de três anos para passar mais tempo com seus filhos.

Longe dos palcos e apegado a suas raízes, Elton John é presidente honorário vitalício do Watford, que disputa a Premier League, desde 2009. De acordo com a lista de 2019 do jornal Sunday Times dos músicos mais ricos do Reino Unido, Elton John aparece em quarto lugar com uma fortuna de 320 milhões de libras.

*Correiodopovo

Recuperado de cirurgia, Mick Jagger publica vídeo dançando

O vocalista dos Rolling Stones, Mick Jagger, divulgou, nesta terça-feira, um vídeo no Twitter onde parece estar plenamente recuperado da cirurgia cardíaca que realizou em abril.

Nas imagens, ele interpreta uma música dentro de um estúdio de dança onde está bem animado dançando em frente a um espelho. 

Em abril, Jagger, que tem 75 anos, foi submetido a uma substituição de válvula aórtica por cateter, um procedimento pouco invasivo que permite reparar a válvula sem ter que secionar o tórax, o que reduz bastante o período de recuperação.

Devido a operação, os Rolling Stones adiaram a turnê “No Filter” que realizariam nos Estados Unidos e no Canadá. No final de março, a banda emitiu um comunicado informando que o cantor precisaria se afastar dos palcos para um tratamento médico. 

*Correiodopovo

Megadeth, Scorpions e Whitesnake tocam juntos em Porto Alegre

Três lendárias bandas de rock desembarcarão juntas em Porto Alegre: Megadeth, Whitesnake e Scorpions estão confirmadas na programação do Festival Rock ao Vivo, que realizará sua primeira edição na Arena do Grêmio, em 1º de outubro.

Ainda não há informações sobre venda de ingressos, mas a Hits Entretenimento, produtora responsável pelo evento, deve divulgar oficialmente todos os detalhes ainda nesta semana.

O mês de outubro, aliás, deve ser especial para os fãs de rock de Porto Alegre: Iron Maiden confirmou apresentação na cidade no dia 9, enquanto Glenn Hughes, conhecido por seu trabalho como baixista do Deep Purple e brevemente como vocalista do Black Sabbath, toca no dia 16.

Whitesnake e Megadeth já são conhecidas do público roqueiro gaúcho: cada uma tocou quatro vezes na Capital. Já o Scorpions virá pela segunda vez a Porto Alegre, após um show no Gigantinho, em 2005, como parte da programação do festival  Live ‘N’ Louder.

Scorpions

Formada em 1965, na Alemanha, é considerada uma das pioneiras do hard rock naquele país. Com Klaus Meine no vocal e Rudolf Schenker na guitarra desde a primeira formação, a banda conta ainda com Matthias Jabs (guitarra), Pawel Maciwoda (baixo) e Mikkey Dee (bateria). Além de sucessos como Rock You Like a Hurricane e Wind of Change, o grupo deve apresentar faixas de Return to Forever, 19º álbum de estúdio, lançado em 2015. Desde 2017, o Scorpions está em turnê com a Crazy World Tour, que remete ao álbum de mesmo nome lançado em 1991.

Megadeth

Formado por Dave Mustaine após sua saída do Metallica, em 1983, o Megadeth se tornou uma das mais respeitadas bandas de heavy metal do mundo. Ao lado do brasileiro Kiko Loureiro (guitarra) e de David Ellefson (baixo) e Dirk Verbeuren (bateria), a banda lançou seu 15º álbum de estúdio, Dystopia, em 2016 – mesmo ano em que veio pela última vez a Porto Alegre.

Whitesnake

A banda liderada por David Coverdale chega a Porto Alegre com a turnê de Flesh & Blood, álbum lançado em maio deste ano. É claro que sucessos como Here I Go Again, Is This Love e Still of the Night também devem fazer parte do repertório.

*Zerohora

Bon Jovi anuncia três shows no Brasil além do Rock in Rio; veja datas e preços

O grupo Bon Jovi anunciou três shows pelo Brasil, além da apresentação que fará no Rock in Rio em 29 de setembro. A banda americana trará a turnê This House Is Not For Sale a Recife (22/9, no Estádio do Arruda), São Paulo (25/9, no Allianz Parque) e Curitiba (27/9, na Pedreira Paulo Leminski).

Os eventos terão abertura do Goo Goo Dolls, responsável por hits como Iris e Black Balloon e que também estará no festival carioca.

Os ingressos têm preços que variam de R$ 130 a R$ 920 e ficam disponíveis no site da Eventim a partir das 10h do dia 17 de maio para o público geral. Clientes do cartão Elo contam com pré-venda exclusiva nos dias 15 e 16 de maio.

As entradas para o Rock in Rio já estão esgotadas. No mesmo dia de Bon Jovi, ainda se apresentam Dave Matthews Band, Jessie J e Ivete Sangalo. A oitava edição do festival será realizada nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro na Cidade do Rock, montada no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.

Em 2017, o Bon Jovi também subiu ao palco do Allianz Parque em um dia de estádio com ingressos esgotados e cheio de hits. Livin’ On A Prayer, It’s My Life, These Days e até Always, muito pedida na apresentação de dias antes no Rock in Rio 2017, mas que só tocou na capital paulista, foram algumas das faixas do setlist.

Liderada pelo vocalista Jon Bon Jovi, a banda conta em sua formação atual com Tico Torres (bateria), David Bryan (teclado), Hugh McDonald (baixo) e Phil X (guitarra), além de John Shanks (guitarra) e Everett Bradley (percussão).

BON JOVI NO BRASIL

RECIFE

  • Quando: 22 de setembro
  • Onde: Estádio do Arruda
  • Quanto: R$ 130  a R$ 640
  • Mais informação: eventim.com.br

SÃO PAULO

  • Quando: 25 de setembro
  • Onde: Allianz Parque
  • Quanto: R$ 180 a R$ 780
  • Mais informação: eventim.com.br

CURITIBA

  • Quando: 27 de setembro
  • Onde: Pedreira Paulo Leminski
  • Quanto: R$ 270 a R$ 920
  • Mais informação: eventim.com.br

*Zerohora

Iron Maiden confirma show em Porto Alegre em outubro

O Iron Maiden confirmou nesta segunda-feira dois shows no Brasil em outubro com a “Legacy Of The Beast Tour” e Porto Alegre faz parte da rota. O grupo toca no dia 9 de outubro na Arena do Grêmio e o show de abertura deve ser de The Raven Age, banda do guitarrista George Harris, filho do baixista Steve Harris. Os ingressos estarão à venda a partir de 29 de maio, pelo site. Membros do fã clube oficial têm acesso a partir do dia 24 deste mês.

Antes da Capital, o grupo britânico se apresenta em São Paulo, no dia 6. O Iron Maiden chega ao País em outubro para o festival do Rock In Rio, onde toca no dia 4, no chamado “Dia do Metal”. No line-up estão confirmados as bandas Scorpions, Megadeth, Sepultura, Slayer, Antrax e  entre outros. 

A primeira etapa de apresentações da Legacy Of The Beast Tour começou em maio do ano passado, na Europa. Esta fase do giro do Iron Maiden inclui a América do Sul, com shows marcados na Argentina (12 de outubro, em Buenos Aires) e Chile (14 e 15 de outubro, em Santiago).

A banda formada por Bruce Dickinson (vocal), Steve Harris (baixo), Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers (guitarras) e Nicko McBrain (bateria) remonta há mais de 44 anos de história e sua última apresentação na capital gaúcha ocorreu no dia 5 de março de 2008, quando tocaram para mais de 12 mil pessoas no Gigantinho, naquela que era a turnê “Somewhere Back in Time”. Em 1992, eles também superlotaram o Gigantinho com a turnê do disco “Fear of the Dark”.

“Sentimos é que este é nosso show mais espetacular e, certamente, o mais complexo até hoje. Temos todos os tipos de coisas loucas acontecendo, incluindo uma réplica de avião Spitfire dominando o palco durante Aces High, toneladas de fogos, um gigante Icarus, mosquetes, espadas e alguns lança-chamas verdadeiramente maravilhosos com os quais eu me divirto  muito, vocês vão ver! E é claro que temos Eddie, como você nunca viu antes, além de outras grandes surpresas. Eu estou vivendo um dos melhores momentos da vida, brincando com todos esses acessórios magníficos no palco, tem sido fantástico, mal podemos esperar para mostrar este show para vocês”, comenta o vocalista Bruce Dickinson.

*Correiodopovo

Guns N’ Roses processa cervejaria por nome de bebida

O Guns N’ Roses está mostrando apetite por uma contestação por causa de uma cerveja.

A banda de rock processou a Oskar Blues, uma cervejaria do Estado norte-americano do Colorado, acusando-a de infração de direitos autorais por vender uma cerveja chamada Guns ‘N’ Rosé sem permissão.

Em uma queixa registrada em um tribunal federal de Los Angeles na quinta-feira, o Guns N’ Roses acusou a Oskar Blues de abusar de sua boa vontade, prestígio e fama vendendo a Guns ‘N’ Rosé desde o início de 2018 e induzindo os consumidores da cerveja a acreditarem que a banda tem ligação com a bebida.

Guns N’ Roses, cujos integrantes veteranos incluem o vocalista Axl Rose, o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan, também objetou à venda de bens derivados, como camisetas, adesivos, buttons e lenços de cabeça, este “um item associado exclusivamente” com a banda e com Axl.

O grupo pede indenizações e a suspensão da venda dos produtos infratores.

Oskar Blues é parte da Canarchy Craft Brewery Collective. A cervejaria, o escritório de advocacia que a representa e a Canarchy não responderam de imediato a pedidos de comentário.

Segundo os autos, o Guns N’ Roses iniciou o processo depois de a Oskar Blues abandonar sua solicitação dos direitos autorais de “Guns N Rose” e de qualquer uso futuro desse nome ou do nome da banda, mas dizer que continuaria vendendo a Guns ‘N’ Rosé até março de 2020.

*Terra

Titãs comemoram 20 anos de acústico com turnê pelo Rio Grande do Sul

Os Titãs, uma das bandas mais clássicas do rock brasileiro, estarão pelo Rio Grande do Sul nesta semana. Os integrantes Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto irão comemorar os 20 anos do lançamento do Acústico MTV com uma pequena turnê em quatro cidades gaúchas.

A banda começa a maratona de shows em Caxias do Sul nesta quinta-feira, às 21h, no Teatro da Universidade de Caxias do Sul (rua Francisco Getúlio Vargas, 926, bairro Petrópolis). Já na sexta, o trio se apresenta em Novo Hamburgo, às 21h, no Teatro Feevale (Universidade Feevale – Campus II) 

Titãs chega em Porto Alegre no sábado, quando toca às 21h no Teatro do Bourbon Country (avenida Tulio de Rose, 80), e se despede do Estado no domingo com um show às 21h em Santa Maria no Centro de Convenções da UFSM (avenida Roraima nº 1000, Cidade Universitária). 

Os ingressos para os shows em Santa Maria e Caxias do Sul podem ser adquiridos online no site Blue Ticket. Para Porto Alegre e Novo Hamburgo, os bilhetes estão disponíveis no site Uhuu. 

Os pontos físicos para o show em Caxias do Sul são as lojas Multisom (Shopping Iguatemi e San Pelegrino Shopping), e para Porto Alegre e Novo Hamburgo, os fãs podem comprar diretamente na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. 

Sucesso

Lançado em 1997, Titãs Acústico MTV foi um projeto de extraordinário sucesso e chegou a ter dois milhões de cópias vendidas. Além de ser ganhador de discos de ouro, platina e diamante. 

Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto montaram um show afetivo e despojado, em que os três – munidos apenas de violões, piano, guitarra acústica e contrabaixo – recriaram canções Acústico MTV e acrescentam outros sucessos como “Epitáfio”, “Isso”, “Enquanto Houver  Sol”, “Porque Eu Sei Que é Amor”, “Toda Cor” e muitas outras.

Livro de memórias de Prince será lançado em outubro

Para marcar os três anos da morte de Prince, foi revelada a data de lançamento do livro de memórias do cantor. De acordo com o site NME, a obra, intitulada “The Beautiful Ones”, será publicada em 29 de outubro deste ano pela Random House, uma das principais editoras do hemisfério Norte, em parceria com os herdeiros do artista. 

Originalmente, o livro estava sendo trabalhado pelo próprio Prince e foi anunciado em março de 2016, poucas semanas antes de sua morte. Na época, o artista havia escrito cerca de 50 páginas para o projeto, que tinha previsão de lançamento para 2017.

Com 288 páginas, a versão final irá combinar o manuscrito inacabado do artista com fotos raras, álbuns de recortes e letras de músicas. Além disso, o livro também irá contar com uma introdução de Dan Piepenbring, da revista New Yorker, que o próprio Prince havia escolhido com colaborador.  

“’The Beautiful Ones” é o relato profundamente pessoal de como Prince Rogers Nelson se tornou o Prince que conhecemos. A história de uma criança absorvendo o mundo ao seu redor e criando uma persona, uma visão artística e uma vida, antes do hits e da fama que viria a defini-lo”, disse a editora Random House sobre o livro.

*Correiodopovo

Bob Dylan quase cai no palco e reclama com fãs que estavam tirando fotos

Bob Dylan deu um pequeno susto nos fãs ao tropeçar em alguns instrumentos do palco e quase tomar um tombo durante sua performance em Viena, na Áustria, nesta semana.

O ícone do rock, hoje com 77 anos, se recompôs, mas pareceu se irritar com os fãs que estavam tirando fotos da apresentação. Ao invés de retomar a canção, Dylan usou o microfone para dar uma bronca na plateia de forma irônica, chegando a reduzir a música da banda que ainda tocava ao fundo.

“Tirem fotos ou não tirem fotos. Nós podemos tocar ou posar. Tudo bem”, disse o músico, que ficou parado por 10 segundos, antes de retornar ao piano e começar “It Takes a Lot to Laugh, It Takes a Train to Cry”.

Veja a gravação:

Esta não é a primeira vez que Bob Dylan tem problemas com fãs tirando fotos de suas performances. De acordo com a Rolling Stone, em um show realizado no ano passado em Nova York, funcionários alertavam com lanternas as pessoas que fotografavam ou filmavam a apresentação, ameaçando retirar da plateia quem repetisse o ato.

*Vagalume