Morre a vocalista do Roxette, aos 61 anos vítima de câncer

A cantora Marie Fredriksson, vocalista icônica do Roxette, morreu nesta segunda-feira (9), aos 61 anos. A estrela pop sueca, cujo hit mais memorável foi It Must Have Been Love, lutava há 17 anos contra um câncer no cérebro.

Segundo o jornal sueco The Express a família de Marie informou o falecimento da cantora por meio de uma nota oficial:

“O marido de Marie Fredriksson, Mikael Bolyos, e seus dois filhos, [Inez Josefin e Oscar, de 26 e 23 anos] lamentam sua morte. É com muita tristeza que temos que anunciar que uma das nossas maiores e mais queridas artistas se foi. Marie Fredriksson morreu na manhã de 9 de dezembro vítima de sua doença”, anunciou. 

A família ainda acrescentou que a cantora será enterrada em silêncio, apenas com a família mais próxima presente. 

Em 2002, Marie entrou em colapso e sofreu uma convulsão enquanto fazia jogging com o marido e um tumor cerebral foi mais tarde detectado. Ela chegou a fazer uma cirurgia para retirar o nódulo, posteriomente fez alguns meses de quiomioterapia e radiação.

Per Gessie, sua dupla na banda, fez um post emocionante no Twitter lamentando a morte da parceira e trocou sua a foto da rede social para homenagea-la:

“O tempo passa tão rapidamente. Não faz muito tempo que passamos dias e noites em meu pequeno apartamento compartilhando sonhos impossíveis. E que sonho acabamos compartilhando! Tenho a honra de conhecer seu talento e generosidade. Todo o meu amor vai para você e sua família. As coisas nunca serão as mesmas”, escreveu ele.

Saindo de cena

Ao ser diagnosticada com a doença no começo dos anos 2000, a cantora se afastou dos palcos e se dedicou apenas a alguns shows específicos, como o casamento das princesas suecas Victoria, em 2010, e Madeleine, em 2013.

Mais tarde, em 2016, se reuniu com Gessie para uma turnê com o Roxette, mas teve de desistir devido ao problema de saúde.

Em 1984, Marie começou sua carreira solo com o disco Het Vind e, dois anos depois, se uniu ao companheiro para formar o Roxette. A dupla alcançou o sucesso mundial entre o o fim dos anos 1980 até meados da década de 1990, período em que tiveram dezenove singles no top 40 do UK Singles Chart e quatro singles em primeiro lugar das paradas nos Estados Unidos: The LookListen to Your HeartIt Must Have Been Love e Joyride.

O Roxette já se apresentou quatro vezes no Brasil,  em 1992, 1995, 1999 e, mais recentemente, em 2011, quando fizeram uma pequena turnê pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte.

Veja alguns dos clipes mais icônicos da banda:

*revistamarieclaire

Rapper americano Juice WRLD morre aos 21 anos

O rapper americano Juice WRLD, pertencente à onda de jovens artistas que ficaram famosos em plataformas de streaming antes de alcançar outros patamares, morreu neste domingo aos 21 anos, informaram as autoridades. Uma porta-voz de um consultório médico do condado de Cook, em Illinois, afirmou ter sido notificada da morte do rapper, cujo nome de registro era Jarad A. Higgins. No entanto, ainda não foi realizada uma autópsia do corpo.

A polícia confirmou à AFP que o rapper em ascensão sofreu uma emergência médica no aeroporto de Midway International de Chicago, depois de descer de um avião particular. O site especializado em celebridades TMZ informou que Higgins sofreu uma convulsão. O single inicial do rapper, “Lucid Dreams”, alcançou o número 2 na lista da Billboard Hot 100 em 2018, e seu álbum “Death Race for Love” estreou no top 200 da Billboard no ano seguinte. 

Banda gaúcha Acústicos & Valvulados tenta a sorte com primeira música inédita em cinco anos

Em cena desde 1991, tendo sempre mantida hasteada a bandeira do rock de Porto Alegre (RS) ao longo dos 28 anos de vida, a banda gaúcha Acústicos & Valvulados apresenta a primeira música inédita em cinco anos.

A composição se chama Minha sorte vai brilhar, tem letra escrita pelo guitarrista Daniel Mossmann com o baterista Paulo James e sai em single programado para a próxima sexta-feira, 13 de dezembro, pelo selo Loop Discos. Bibiana Petek assina a produção musical do single.

O grupo Acústicos & Valvulados estava sem apresentar repertório novo desde 2014, ano em que lançou o álbum de músicas inéditas Meio doido e vagabundo – O fino do rock mendigo.

Mesmo sem novidades, o quinteto continuou na estrada ao longo desses cinco anos, cumprindo movimentada agenda de shows. Além de Daniel Mossmann e Paulo James, a banda é integrada atualmente por Rafael Malenotti (voz), Alexandre Móica (guitarra e vocal) e Diego Lopes (baixo e vocal).

*G1

Pausa de Marília Mendonça com desabafo mostra dificuldades de sertanejos com fama e turnês

Quem vê os popstars do sertanejo brasileiro viajando de jatinho e levando chuva de like no Instagram acha que a vida deles é só alegria.

Mas desabafos recentes como o de Marília Mendonça, que anunciou pausa na carreira neste domingo (31) para se dedicar à maternidade, mostram que a situação é muito mais complexa.

Artistas desabafam sobre o lado bem menos glamouroso de ser um artista de sucesso.

Lucas Lucco, Gustavo Mioto e Marília relatam como a relação com os fãs, a correria das turnês e a ansiedade trazem um outro lado da fama.

Marília Mendonça chora no palco antes de falar de pausa na carreira para se dedicar à maternidade — Foto: Divulgação/Instagram da cantora

Marília Mendonça chora no palco antes de falar de pausa na carreira para se dedicar à maternidade — Foto: Divulgação/Instagram da cantora

Mas por que eles começam a carreira fazendo tantos shows? São poucos os artistas que tomam conta de sua própria agenda. A maioria está “presa” a um escritório, que fica responsável por fechar os shows.

Os dois lados precisam ganhar e, com isso, a agenda fica mais intensa. Essa dinâmica coloca os artistas em risco.

Hoje, quando se pensa em artista que reclama da fama, um nome comum é o de Marília, cantora goiana de 24 anos conhecida por cantar letras sofridas.

Desde que começou a fazer sucesso, em 2016, ela diz que ser famosa é “como carregar uma cruz”. Já Mioto, cantor paulista de hits como “Solteiro não trai”, define a fama como “um cárcere privado”.

Personagens x vida real

Marília Mendonça em show do projeto 'Todos os cantos — Foto: Divulgação

Marília Mendonça em show do projeto ‘Todos os cantos — Foto: Divulgação

É grande a lista de sertanejos que sofrem ou sofreram de depressão e ansiedade. E eles dizem que a rotina tem grande parte da culpa. O tema não é uma novidade.

Além de turnês exaustivas, outra constatação é a de que existe muito fã que não consegue separar o artista do personagem. Tem gente que esquece que eles são uma coisa no palco, mas outra totalmente diferente na vida real. Marília já explicou:

“Foi bem difícil. Eu tive que explicar um pouco pra galera. Eu senti um ciúme da galera, sabe? ‘A Marília não pode ser feliz, ela tem que ser nossa, ela está do lado da sofrência’. Isso é inadmissível, mas rolou muito isso.”

O desabafo da pausa

Em um texto com uma foto em que está grávida, chorando durante uma apresentação, Marília escreveu que interrompe temporariamente sua carreira para se dedicar à maternidade. Ela está grávida de sete meses: o primeiro filho da cantora se chama Léo.

“A estrada me amou, me aplaudiu, se fez minha amiga, me deu uma familia, me deu condições de cuidar da minha, me deu um bocado de gente legal me amando sem me conhecer, realizou meus sonhos, me adoeceu, me cansou, me fez chorar, me feriu, me levou pro céu e jogou no chão muitas vezes”, escreveu Marília, em seu perfil no Instagram.

“Estou dando uma pausa no meu AUGE, literalmente. o auge do meu amor, o auge da minha vida, o auge da minha felicidade, o auge do meu crescimento como mulher, o auge do meu amadurecimento. pensou que eu tava falando de SUCESSO, né? acertou. como eu não seria bem sucedida tendo em meu ventre o meu grande amor, que eu já escuto os sinais de chegada? enfim, com lagrimas nos olhos, anuncio que, oficialmente, pausei a minha vida pra esperar a minha vida.”

*G1

Empresa cobra por shows que Chorão não fez por ter morrido

Nove meses após a morte do vocalista Chorão, da banda Charlie Brown Jr., uma notificação extrajudicial chegou às mãos do seu único filho, o fotógrafo Alexandre Ferreira Lima Abrão. Em um documento de duas páginas, a empresa Promocom Eventos e Publicidade cobrava-lhe uma indenização por nove shows que o músico, que morreu em março de 2013,  deixou de realizar.

“Faleceu sem atender à totalidade das obrigações assumidas”, afirmava o texto, ressaltando que “notoriamente, tais obrigações não poderão [mais] ser atendidas”.

Diante do silêncio de Alexandre, a notificação se transformou em uma ação de cobrança que ainda hoje tramita na Justiça paulista. A empresa, sediada no Paraná, exige R$ 225 mil de indenização, além de uma multa de R$ 100 mil por descumprimento de contrato (valores nominais, sem correção da inflação).

— Com a morte do Chorão, o capital investido deixou de fazer o lucro esperado — afirma o advogado Rodrigo Ramina de Lucca, que representa a empresa e reclama também a restituição de outros R$ 225 mil que teriam sido pagos ao músico a título de adiantamento.

De acordo com o advogado, o contrato com a banda previa a realização de 12 shows do Charlie Brown Jr., mas apenas três foram executados.

— Ao investir consideravelmente na contratação da banda, a empresa deixou de contratar outro artista, o qual poderia ter-lhe proporcionado a receita inerente à sua atividade — argumentou no processo.

Reginaldo Ferreira Lima, advogado e avô materno do filho de Chorão, diz que o pedido de indenização é uma “loucura”. 

— Naturalmente, o Chorão não tinha como fazer os shows, ele morreu… — disse Lima.

Em petição apresentada à Justiça, o advogado sustenta que uma indenização deve decorrer de um dano causado por ato ilícito e voluntário. 

— É óbvio que não há como imputar qualquer ato ilícito a ele — concluiu.

No processo aberto pela Promocom Eventos, o único herdeiro de Chorão, hoje com 29 anos, questiona não apenas o pedido de indenização e da multa, mas a própria necessidade de ressarcimento pelos valores supostamente adiantados ao vocalista.

Zanone Fraissat / Folhapress
Xande, único filho de ChorãoZanone Fraissat / Folhapress

Xande, como é conhecido, coloca em dúvida a autenticidade do contrato, datado de 23 de outubro de 2012, que previa exclusividade para a empresa na realização ou na vendas de shows da banda ao longo de 2013 no Paraná e nas cidades catarinenses de Florianópolis, Joinville e Balneário Camboriú, que recebeu a última apresentação do grupo.

— Não tem qualquer semelhança com a assinatura real do falecido — diz em documento encaminhado à Justiça, no qual declara ainda não haver prova de que o pagamento alegado foi realizado, de fato.

A Promocom Eventos afirma que a acusação de falsidade contratual é despropositada e foi feita pelo filho do líder da banda apenas para que pudesse ganhar tempo.

— Todos os pagamentos foram documentalmente provados — diz o advogado da empresa, que anexou ao processo uma declaração da empresária Samantha Pereira de Jesus afirmando que intermediou o contrato com Chorão e que os adiantamentos ao vocalista foram pagos.

O juiz Cláudio Teixeira Villa, da 2ª Vara Civil de Santos, deu ganho de causa à empresa, ordenando ao espólio do músico o pagamento de R$ 325 mil, considerando a restituição dos valores e a multa. Não concordou, contudo, com a indenização.

 — Do contrário, haveria enriquecimento sem causa da parte autora, que, mesmo sem remunerar o artista, receberia pelo lucro de futura e eventual venda — afirmou o magistrado.

A decisão, no entanto, foi anulada pelo Tribunal de Justiça, que considerou que a Promocom não conseguiu demonstrar ter feito o adiantamento ao vocalista.

— Há de se convir que a empresa não trouxe qualquer recibo de pagamento, comprovando haver repassado os valores cobrados nesta ação ao artista — afirmou o relator do processo, Cláudio Hamilton.

Por determinação dos desembargadores, um laudo pericial será realizado para apurar se a letra no contrato é realmente a do vocalista. A assinatura será comparada com a de seu passaporte.

Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, tinha 42 anos quando foi encontrado morto em seu apartamento, em Pinheiros, na cidade de São Paulo, em março de 2013. Exames detectaram que a morte do cantor ocorreu em decorrência de uma overdose de cocaína, como a acusação fez questão de salientar em um dos documentos anexados ao processo.

O laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) afirma que foram encontradas no corpo do músico 4,714 microgramas de cocaína por mililitro de sangue.

Skatista profissional na categoria freestyle nos anos 1980, Chorão fundou o Charlie Brown Jr. em 1992, tendo ao longo da carreira lançado nove discos de estúdio, dois álbuns ao vivo e mais duas coletâneas.

*Zerohora

Ouvir música ao dirigir no trânsito pode prevenir doenças cardiovasculares

estresse no trânsito é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e complicações súbitas no coração, como um infarto, apontam estudos publicados nos últimos anos. Uma das soluções para diminuir esse perigo pode estar em selecionar melhor a playlist de música que se ouve ao volante.

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Marília indicou que dirigir ouvindo músicas do gênero instrumental alivia o estresse no coração.

Os resultados da pesquisa apoiada pela FAPESP, foram publicados na revista Complementary Therapies in Medicine.

O trabalho teve a participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Oxford Brookes University, da Inglaterra, e da Università di Parma, da Itália.

“Constatamos que ouvir música ao dirigir atenuou o estresse no coração das motoristas participantes do experimento que conduzimos”, disse à Agência FAPESP Vitor Engrácia Valenti, professor da Unesp de Marília e coordenador do projeto.

Os pesquisadores analisaram os efeitos da música no estresse do coração de cinco mulheres saudáveis com idade entre 18 e 23 anos, consideradas condutoras eventuais – dirigem entre uma e duas vezes por semana – e que tiraram a carteira de habilitação recentemente.

“Optamos por avaliar condutoras não habituais porque as que dirigem com frequência e há mais tempo já estão melhor adaptadas a situações de estresse no trânsito”, explicou Valenti.

As voluntárias foram avaliadas ao longo de dois dias, em situações diferentes e de modo aleatório. No primeiro dia, elas dirigiram durante 20 minutos, em um trajeto de três quilômetros, em uma região movimentada da cidade de Marília, no noroeste de São Paulo. O teste foi feito no horário de pico – entre 17h30 e 18h30 – sem ouvir música.

Em outro dia elas refizeram o trajeto, com a mesma duração e no mesmo período do dia, ouvindo músicas instrumentais com um aparelho de som acoplado ao carro, já que o uso de fone de ouvido é classificado como uma infração de trânsito.

“Para aumentarmos o grau de estresse, elas dirigiram um carro que não era o delas, porque se cada uma dirigisse o próprio automóvel o nível de estresse seria reduzido”, afirmou Valenti.

A fim de avaliar o nível de estresse no coração das participantes, foi analisada a variabilidade da frequência cardíaca – as oscilações no intervalo de tempo entre dois batimentos cardíacos consecutivos – por meio de um monitor de frequência cardíaca acoplado ao tórax.

A variabilidade da frequência cardíaca é influenciada pela atividade dos sistemas nervoso simpático – que acelera os batimentos cardíacos – e parassimpático – que induz a desaceleração dos batimentos cardíacos.

“A elevação da atividade do sistema nervoso simpático reduz a variabilidade da frequência cardíaca e a do sistema parassimpático a aumenta”, explicou Valenti.

Os resultados das análises indicaram uma diminuição da variabilidade da frequência cardíaca das voluntárias ao dirigir sem ouvir música, indicando uma redução da atividade do sistema nervoso autônomo parassimpático e a ativação do sistema simpático.

Em contrapartida, foi observado um aumento da variabilidade da frequência cardíaca das motoristas ao ouvir música em razão do aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático, além de redução do sistema simpático.

“Ouvir música diminuiu a leve sobrecarga de estresse que as voluntárias foram submetidas ao dirigir”, afirmou Valenti.

O estudo teve a participação só de mulheres para controlar as influências relacionadas aos hormônios sexuais, explicou o pesquisador.

“Se misturássemos mulheres e homens, e se houvesse uma diferença significativa entre esse primeiro e o segundo grupo, o resultado poderia levantar dúvidas de que as diferenças estariam relacionadas à influência do hormônio sexual feminino”, disse Valenti.

Na avaliação do pesquisador, os resultados do estudo podem contribuir para a criação de medidas preventivas cardiovasculares em situações de estresse exacerbado, como a vivenciada no trânsito.

“Ouvir música pode ser uma medida preventiva a favor da saúde cardiovascular para aliviar situações de estresse intenso, como ao dirigir em horário de pico”, disse.

O artigo The effects of musical auditory stimulation on heart rate autonomic responses to driving: a prospective randomized case-control pilot study (DOI: 10.1016/j.ctim.2019.08.006), de Myrela Alene Alves, David M. Garner, Joice A. T. do Amaral, Fernando R. Oliveira e Vitor E. Valenti, pode ser lido na revista Complementary Therapies in Medicine em www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0965229919303218

*exame.abril

Anitta deixa de seguir Ludmilla no Instagram após polêmica

Parece que o mal-estar entre Anitta e Ludmilla não chegou ao fim. Semanas depois da polêmica envolvendo os direitos de composição de “Onda Diferente”, a compositora de “Show das Poderosas” deixou de seguir a colega de profissão. O desentendimento entre as duas famosas começou quando Ivete Sangalo incluiu o funk em seu repertório do Rock in Rio 2019 e Lud comemorou sua canção sendo exposta ao mundo. O fãs da poderosa a criticaram por não incluí-la e, com isso, ela percebeu que a voz de “Vai, Malandra” também estava creditada na ficha técnica do hit no Spotify.

Composição de ‘Onda Diferente’ foi dividida com Snoop Dogg

Ludmilla resolveu abrir o jogo em seu Stories e contou que o combinado para lançar a música é que ela teria que dividir os créditos da letra somente com Snoop Dog, já que essa foi a condição do rapper americano para aceitar o convite de Anitta em participar da parceria. “No começo éramos apenas eu e Anitta e ela quis trazer um gringo, até que chegou no Snoop Dogg e a condição dele era ter 50% da música, e eu topei”, explicou ela.

Anitta admite: ‘Música inteiramente feita por Ludmilla’

Em sua defesa, Anitta explicou que seu nome estava na composição do funk porque participou da produção junto com Papatinho. Além disso, a carioca pediu para que seus fãs parassem de atacar a funkeira e sua namorada, q

ue negou ter sido pivô da briga entre as duas. “Não ataquem a Ludmilla por ter se sentido feliz e emocionada com a composição dela ter chegado aos lugares que ela sempre sonhou. Eu também sou compositora. Escrevi ‘Bang’, ‘Show das Poderosas’, ‘Zen’, ‘Vai Malandra’. Algumas sozinha, outras com amigos. Mas ‘Onda Diferente‘ foi uma música inteiramente feita pela Ludmilla”, disse.

Globo repercute briga entre famosas

Anitta e Ludmilla se desentenderam por confusão dos créditos da música 'Onda Diferente'
Anitta e Ludmilla se desentenderam por confusão dos créditos da música ‘Onda Diferente’Foto: Divulgação, TV Globo / PurePeople

A polêmica tomou grandes proporções e foi até repercutida em programa da TV Globo. No “Se Joga”, Fernanda Gentil avaliou o desentendimento e disse estar na torcida para que as duas potências retomem com a amizade. “Perde o país, os fãs, porque a final de contas, as duas são obvias individualmente falando, mas quando se juntam a gente acabou de ter a prova que brindam a gente com hit desses, como o ‘Onda Diferente'”, disse.

Anitta defende Ludmilla de racismo em prêmio

Vencedora do prêmio de Cantora do Ano pelo Prêmio Multishow, Ludmilla foi às lágrimas com a conquista e ignorou as vaias vindo da platéia. Pouco tempo depois, a artista tomou conhecimento de um vídeo em que sofre racismo e é chamada de “macaca” por um indivíduo. Anitta não gostou nada e saiu em defesa da ex-amiga. “Inaceitável que alguém possa se achar no direito de chamar um negro de macaco ou tentar reduzi-lo como um ser humano inferior. Melhorem. Isso é crime e absolutamente abominável”, disparou.

Anitta dá unfollow em Ludmilla no Instagram após polêmica por ‘Onda Diferente’

Anitta deixa de seguir Ludmilla no Instagram após desentendimento
Anitta deixa de seguir Ludmilla no Instagram após desentendimentoFoto: Divulgação, TV Globo / PurePeople

*terra

Final da Libertadores terá show de Anitta e Gabriel, o Pensador

Anitta e Gabriel, o Pensador foram escalados para a final da Libertadores, que acontece neste sábado (23). Meia hora antes do jogo entre Flamengo e River Plate, os artistas brasileiros farão uma apresentação.

Outros artistas latinos também foram convidados para a abertura da final. São eles: o colombiano Sebastián Yatra e os argentinos da banda Turf, Fito Páez e Tini Stoessel.

O jogo acontece em Lima, no Peru, a partir das 17h, e será transmitido para 169 países.

No Brasil, haverá transmissão do jogo no Maracanã com show de Ludmilla, Buchecha, DJ Marlboro, Ivo Meirelles e o MC Poze.

Na quarta-feira (20), mais de 10 mil de torcedores acompanharam o ônibus do time do centro de treinamento Ninho do Urubu até o Galeão. No aeroporto houve um princípio de tumulto.

Multidão de torcedores acompanha embarque do time do Flamengo

Multidão de torcedores acompanha embarque do time do Flamengo

*G1

Paulo Ricardo comemora 35 anos do álbum “Rádio Pirata Ao Vivo” com show em Porto Alegre

Para comemorar os 35 anos de um dos discos mais importantes da música brasileira, Paulo Ricardo chega em Porto Alegre nesta sexta-feira para o show do álbum “Rádio Pirata Ao Vivo”, às 20h, no Opinião (rua José do Patrocínio, 834).

O cantor promete uma apresentação para viajar no tempo. “Para quem viu o espetáculo em sua primeira edição, vai ser uma verdadeira máquina do tempo e para quem não viu, vai entender o porquê desta ter sido a turnê mais bem sucedida da história: o ponto alto daquela explosão do rock brasileiro que vivemos nos anos 80, tanto do ponto de vista musical quanto cênico”, contou em entrevista ao Correio do Povo

O álbum, que bateu os recordes ao atingir a marca de 3 milhões de cópias vendidas, vai ser levado ao palco com os sucessos “Revoluções por Minuto”, “Alvorada Voraz”, “A Cruz a Espada” e “Olhar 43”. A última música, inclusive, é um dos maiores orgulhos de Paulo como compositor. “Essa é a grande ambição de todo compositor: vencer o teste do tempo. É uma emoção que se renova a cada apresentação. Claro que cada canção é como um filho e a gente deseja todo o sucesso do mundo para cada uma delas, mas este encontro do público com o grande hit é incomparável.”

E reviver o mesmo roteiro do show “Rádio Pirata Ao Vivo” de 1985 tem sido mágico para Paulo Ricardo, segundo ele. “Algumas canções eu não tocava há muito tempo e elas têm o poder de trazer de volta aquele período de uma forma muito impactante. A gente percebe que o conceito está ali, intacto, e para mim é fascinante reencontrar o garoto que eu era quando escrevi essas canções”, declarou. “As pessoas vibram de uma forma diferente.”

Com uma carreira de longa data, Paulo garante que se mantém atualizado quanto as novidades da música e que se inspira com elas: “Não sou saudosista e ouço de tudo, gosto de saber o que está fazendo sucesso. Gosto muito do trabalho do Zeeba, que estourou com ‘Hear Me Now’ e está no meu DVD ‘Sex On The Beach’, e tenho ouvido o último CD da Lana del Rey, ‘Norman Fucking Rockwell’, um delicado trabalho com belos clipes”, revelou. 

Ingressos 

Os ingressos estão à venda no site Sympla e nas lojas Verse no Centro Historico (rua dos Andradas, 1444, Galeria Chaves) e no Shopping Lindoia. 

Os bilhetes também estão disponíveis nas lojas Planet Surg nos shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Bourbon Wallig, Barra Shopping Sul e Bourbon Ipiranga. 

Os valores são R$ 140 (inteiro), R$ 70 (estudantes e idosos) e R$ 75 (solidário mediante a doação de 1kg de alimento não perecível).

*Correiodopovo

MÚSICA – Banda Kiss volta a Porto Alegre para tocar na Arena do Grêmio

Um dos grande nomes da história do rock, a banda norte-americana Kiss volta ao Brasil em maio de 2020 para apresentar a  End of The Road Tour, sua anunciada turnê de despedida. Entre os seis shows agendados no país, está o do dia 12 de maio, no Anfiteatro Arena do Grêmio. Depois, o Kiss segue para Curitiba (14), São Paulo (16), Ribeirão Preto (17), Uberlândia (19) e Brasília (21). A venda de ingressos começa no dia 20 de novembro para fãs e no dia 21 para o público em geral. Sócios do Clube do Assinante têm descontos.

 Será a terceira apresentação do Kiss em Porto Alegre, por onde passou em 1999 e 2012.  A perna brasileira da turnê mundial havia sido anunciada no começo do mês,  durante o Kiss Kruise, cruzeiro que a banda fez com seus fãs de Miami até a Jamaica.

O Kiss anunciou seu fim no ano passado depois de uma apresentação no programa America’s Got Talent. Na ocasião, o guitarrista e vocalista Paul Stanley disse:

– Esta será nossa última turnê. Serão os shows mais explosivos e grandiosos que já fizemos. Para aqueles que nos amam, venham nos ver. Caso você nunca tenha nos visto ao vivo, agora é a hora. Este será o show.

Além de Stanley, a formação atual do Kiss conta com Gene Simmons (baixo e voz), Eric Singer (baterista) e Tommy Thayer (guitarra). O grupo foi formado em 1973 em Nova York e chegou a anunciar seu fim em 2000, mas retomou as atividades dois anos depois. 

Kiss —   End of The Road Tour
Anfiteatro Arena do Grêmio (Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 – Humaitá, Porto Alegre)
Dia 12 de maio de 2020 (terça-feira), às 21h
Pré-venda para fã-clube: 20 de novembro, às 20h
Venda online para o público geral: 21 de novembro,  às 20h, em  uhuu.com  (com taxa)
Venda em ponto físico para o público geral : 22 de novembro, a partir das 10h, na Hits Store (Shopping Praia de Belas – 2° andar), de segunda a sábado, das 10 às 22h e domingo das 14h às 20h (sem taxa).  Bilheteria do Teatro do Bourbon Country (Av. Túlio de Rose,  80 / 2º andar), de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriado, das 14h às 20h (com taxa).

CADEIRA SUPERIOR

1º Lote
Meia-entrada: R$ 170 l Ingresso Solidário: R$204
2º Lote
Meia-entrada: R$ 195 l Ingresso Solidário: R$234
3º Lote
Meia-entrada: R$ 220 l Ingresso Solidário: R$264

CADEIRA GOLD
1º Lote
Meia-entrada: R$ 240 l Ingresso Solidário: R$288
2º Lote
Meia-entrada: R$ 265 l Ingresso Solidário: R$318

CADEIRA GRAMADO
1º Lote
Meia-entrada: R$ 310 l Ingresso Solidário: R$372
2º Lote
Meia-entrada: R$ 350 l Ingresso Solidário: R$420
3º Lote
Meia-entrada: R$ 390 l Ingresso Solidário: R$468

PISTA PREMIUM
1º Lote
Meia-entrada: R$ 360 l Ingresso Solidário: R$432
2º Lote
Meia-entrada: R$ 400 l Ingresso Solidário: R$480
3º Lote
Meia-entrada: R$ 440 l Ingresso Solidário: R$528
4º Lote Meia-entrada: R$ 480 l Ingresso Solidário: R$576

Valores inteiros:  Cadeira Superior: 1º lote R$340; 2º lote R$390; 3º lote R$440. Cadeira Gold: 1º lote R$480; 2º lote R$530. Cadeira Gramado: 1º lote R$620; 2º lote R$700; 3º lote R$780. Pista Premium: 1º lote R$720; 2º lote R$800; 3º lote R$880; 4º lote R$960

50% de desconto na pré-venda dos fã clubes Kiss Army e Kiss Kruise

Clube do Assinante: 50% de desconto. Válido para sócios do Clube do Assinante RBS. Limitado a 200 ingressos. Vendas na bilheteria e pela internet. 40% de desconto para os demais ingressos. Vendas na bilheteria e pela internet.

Ingresso Solidário: 40% de desconto. Válido para todos os setores e disponível para todo o público para compras realizadas na bilheteria e no ponto físico. Para validação do desconto, é necessário a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento.

*Zerohora