Ney Matogrosso revolve memórias em livro enquanto prepara show em que canta Raul Seixas e Sérgio Sampaio

Roger Waters no Fantástico

Exclusivo: Roger Waters no Fantástico

Roger Waters no Fantástico

Nos estúdios da Globo em São Paulo, o cantor e compositor inglês Roger Waters, ex-integrante da banda Pink Floyd, fez show exclusivo para o Fantástico. Ele cantou “Deja Vu” e “Wish You Were Here”. Veja as íntegras das duas músicas.
Roger Waters canta 'Wish You Were Here'

Roger Waters canta ‘Wish You Were Here’

Roger Waters canta 'Deja Vu'

Roger Waters canta ‘Deja Vu’

*G1

Eric Clapton: álbum natalino tem versão eletrônica de ‘Jingle Bells’ em homenagem a Avicii e faixa inédita

Eric Clapton  — Foto: REUTERS/Fred Thornhill

Eric Clapton — Foto: REUTERS/Fred Thornhill

“Happy Xmas”, novo álbum de Eric Clapton, é baseado em versões blues de clássicos natalinos. No entanto, duas faixas que fogem deste padrão têm chamado a atenção dos fãs: uma homenagem eletrônica ao DJ Avicii e a única faixa inédita do disco, “For love on xmas day”.

A homenagem ao DJ sueco, que morreu em abril de 2018 aos 28 anos, ganhou o nome de “Jingle Bells (In Memory of Avicii)”. Segundo a revista “Billboard”, ela foi gravada “devido à admiração que o cantor tinha pelo falecido DJ”. Mas não há registro de que eles se conheciam pessoalmente. Clique para ouvir.

Já “For love on xmas day” não foge da roupagem blues do álbum e da carreira de Clapton, mas o fato de ser uma música inédita dá aos fãs esperança de que o músico continue produzindo em 2019 mesmo com problemas de saúde. O G1 mostra um trecho da música e comenta junto com os outros lançamentos da última semana abaixo:

Eric Clapton, Elvis Costello e duas estreias de cantoras deixam G1 Ouviu entre rock e pop

Eric Clapton, Elvis Costello e duas estreias de cantoras deixam G1 Ouviu entre rock e pop

*G1

Biquini Cavadão inicia tributo ao ‘ilustre guerreiro’ Herbert Vianna com balada romântica de 2000

Balada composta por Herbert Vianna em parceria com o letrista Paulo Sérgio Valle, Aonde quer que eu vá foi lançada pelo grupo Os Paralamas do Sucesso em 2000 na coletânea Arquivo II.

Única música inédita dessa compilação, a canção romântica até então tinha sido gravada somente pelo trio carioca ao longo desses 18 anos.

O primeiro registro fonográfico sem a voz de Herbert Vianna será ouvido a partir desta sexta-feira, 19 de outubro de 2018, em single do Biquini Cavadão.

Capa do single 'Aonde quer que eu vá', do Biquini Cavadão — Foto: Divulgação

Capa do single ‘Aonde quer que eu vá’, do Biquini Cavadão — Foto: Divulgação

Aonde quer que eu vá é o primeiro single de Ilustre guerreiro, álbum em que o grupo carioca aborda canções de autoria de Herbert Vianna, principal compositor dos Paralamas do Sucesso e nome fundamental na construção do cancioneiro pop do Brasil nas décadas de 1980 e 1990.

Capa do álbum 'Ilustre guerreiro', do grupo Biquini Cavadão — Foto: Arte de Crama Design

Capa do álbum ‘Ilustre guerreiro’, do grupo Biquini Cavadão — Foto: Arte de Crama Design

Com capa criada por Crama Design, o álbum Ilustre guerreiro é um tributo de Álvaro Birita, Bruno Gouveia, Carlos Coelho e Miguel Flores da Cunha ao padrinho artístico Herbert Vianna, que escolheu o nome do Biquini Cavadão, batizando e avalizando esta grupo formado em 1983 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e ainda dono de público fiel, cativado pelo Brasil ao longo de 35 anos de carreira.

O último álbum do Biquini Cavadão, As voltas que o mundo dá, foi lançado em fevereiro de 2017 com repertório inédito e autoral.

*G1

Ex-integrante de 3 Doors Down é condenado a 10 anos de prisão por posse ilegal de arma

Reprodução / GETTY IMAGES

Ex-baixista da banda 3 Doors Down (do hit Here Without You), Todd Harrell foi condenado a 10 anos de prisão no estado do Mississipi, nos Estados Unidos, por posse ilegal de arma de fogo. A sentença foi proferida por um juiz do condado de Jackson na última quinta-feira (4), segundo informações do TMZ.

O músico foi preso em junho, em sua casa, em Jackson, depois de um incidente de violência doméstica envolvendo a mulher. Policiais encontraram armas e drogas na residência.

Harrel já havia se envolvido em problemas com a Justiça em 2013, quando foi acusado de homicídio após um acidente automobilístico que deixou um homem morto.

*Zero Hora

5 sucessos da música pop nos anos 80!

Os anos 80 sempre serão lembrados por ser uma das décadas em que se mais produziram hits, de estilos bastante variados. Porém, a música pop tem um destaque em especial por ter consagrado nomes como Michael Jackson e Madonna, para citar apenas dois exemplos.

Selecionamos aqui 5 hits lançados nos anos 80 e que são cantados até hoje por fãs. Esses sucessos continuam atuais e influenciaram muitos artistas desde então.

Veja abaixo:

1. Paul McCartney – “Say, Say, Say (feat. Michael Jackson)”

O sucesso de 1983 reuniu dois dos maiores nomes da música de todos os tempos: o ex-beatle Paul McCartney e o Rei do Pop Michael Jackson!

2. Cyndi Lauper – “Girls Just Want To Have Fun”

Mais um hit de 1983. Ao lado de Madonna, Cyndi Lauper se transformou em uma das principais vozes femininas do pop nos anos 80.

3. Rick Astley – “Never Gonna Give You Up”

O cantor britânico surgiu como uma revelação da música pop no Reino Unido e em 1987 lançou o grande sucesso de sua carreira.

4. A-ha – “Take On Me”

Os noruegueses do A-ha conquistaram o mundo todo, e em especial o Brasil, com seus sucessos. “Take On Me”, de 1985, foi definitivamente um de seus maiores hits, com um dos clipes mais criativos da história.

5. Madonna – “Material Girl”

Madonna se transformou em uma das maiores estrelas da música nos anos 80, tendo gravado inúmeros hits por toda a década. Em 1984, ela lançou seu segundo disco “Like A Virgin” que trazia “Material Girl” uma das suas músicas mais tocadas na época.

*Vagalume

Ex-membros da banda Nirvana fazem show inédito

Os fãs do Nirvana viveram para ver parte dos integrantes da banda reunidos novamente. O encontro aconteceu em um show na Califórnia, no Cal Jam Fest, durante o final da apresentação do Foo Fighters.

Dave Grohl, ex-baterista do Nirvana e atual vocalista do Foo Fighters, convidou ao palco Krist Novoselic (ex-baixista do grupo) e Pat Smear. Juntos eles cantaram 6 canções que fizeram sucesso na época de Kurt Cobain.

Quem assumiu os vocais foi a lenda do punk Joan Jett e o cantor John McCauley, da banda The Deer Tick. Os dois já haviam se apresentado em outra ocasião para um show de homenagem ao grupo, em 2014, quando o Nirvana integrou o Hall da Fama do Rock.

A apresentação começou com John cantando “Serve the Servants”, “Scentless Apprentice” e “In Bloom”. Joan entoou os versos de “Breed”, “Smells Like Teen Spirit” e “All Apologies” -single que contou com Brody Dalle, do The Distillers, no baixo.

Veja como foi essa apresentação:

*Kboing

Ludmilla anuncia música em parceria com a primeira banda gay do Brasil

A funkeira Ludmilla escreveu a faixa “Não Vou Parar” e decidiu que dividiria os vocais com a primeira banda gay do país: o Funtastic. O anúncio da nova canção foi feito no Instagram do grupo:

O grupo é formado por Edson Damazzo (Bibiu), Lucas Oliveira, Jhury Nascimento e Thiago Basseto, bailarinos de Ludmilla, Anitta, Valesca Popozuda e de Pabllo Vittar.

A parceria foi anunciada nesta segunda-feira e estreia na próxima quarta-feira, dia 10. Gravado na zona Oeste do Rio de Janeiro, o clipe teve 5 horas de gravação e é uma provocação ousada para ex-namorados.

*Kboing

Fotógrafo revela fotos inéditas de Amy Winehouse

Charles Moriarty lançou recentemente o livro “Back To Amy” (“De Volta à Amy”, em português), obra recheada de fotos inéditas de Amy Winehouse. O fotógrafo também é responsável pela capa do primeiro disco da cantora “Frank”.

As imagens foram registradas em 2003, quando a artista tinha 19 anos e ainda não havia despontado no cenário mundial.

No ano passado, em entrevista ao site “Dazed”, Charles contou que as fotos são “um retrato íntimo da verdadeira Amy Winehouse” e que na época ela gostaria que as fotos chegassem ao mundo de forma real, expressando realmente quem ela é.

“Não era para ser a projeção de uma garota na indústria musical ou de uma garota lançando o primeiro álbum, era apenas para ser a Amy”, declarou.

Charles era amigo da artista e conseguia registrar todos os seus momentos, desde quando ela estava cheia de vitalidade e despreocupada até as horas de vulnerabilidade e sensibilidade.

“Amy era muito aberta e acolhedora. Ela se entregava, e eu acho que é isso o que é ótimo sobre as fotos: você realmente a vê nelas”.

Em seu Instagram também é possível encontrar várias fotos de Amy.

*Kboing

Roger Waters faz crítica velada a Bolsonaro em segundo show

No segundo dia de shows do cantor britânico Roger Waters no Brasil, o público em São Paulo se dividiu na noite desta quarta-feira, 10, entre o #elenão, vaias, xingamentos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aplausos ao músico. Waters fez uma crítica velada ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) no intervalo do espetáculo.

Em seu primeiro show da nova turnê, Roger Waters dividiu o estádio

O clima no estádio Allianz Parque, onde o show ocorreu, era tranquilo no começo da noite. Do lado de fora, por volta das 20 horas, inúmeras pessoas vestiam camisetas pretas, do Pink Floyd ou de outras bandas, como Ramones AC/DC. Camelôs vendiam camisetas não-oficiais e faixas. Mas faziam sucesso aqueles que vendiam capas de chuva a R$ 5, dada a garoa fina. Alguns, como acontece em dias de show, também vendiam e compravam ingressos. No trajeto até a pista, apenas uma jovem vestia uma camiseta #elenão. Não havia camisetas de Bolsonaro à vista.

Às 21 horas, uma projeção de um homem sentado na praia olhando o mar tomou o telão. Nesse momento, houve aplausos, mas duraram pouco – e logo mais gritos de #elenão. “Gente que não entende essa música nem deveria estar aqui”, diziam algumas pessoas na pista. E mais vaias da cadeira e arquibancada.

Às 21h09, o som começou. Uma música calma, com vozes femininas, que mais pareciam entoar um mantra. 21h15 e as luzes se apagaram e a imagem da praia deu lugar a uma imagem da terra, em vermelho, com gritos nos alto-falantes. Depois, uma batida mais lenta e a terra em azul. O público aplaudiu. Waters começou a cantar às 21h17 a música Breathe. Foi aplaudido. A pista cantou junto. Quando a imagem de Waters apareceu no telão, o músico foi ovacionado.

Na quarta música, Time, divergências políticas ficaram de lado e pista, arquibancada e cadeiras cantaram, todos juntos. E foi assim em grande parte do tempo. O coro tomou conta do estádio em Wish You Were Here. Mas em Another Brick In the Wall, um dos maiores sucessos do Pink Floyd, a pista gritou #elenão de novo, misturado à letra.

No intervalo, a arquibancada puxou um grito de “ei, Lula, vai tomar no c*”. Neste momento, foram exibidos no telão novamente nomes de presidentes como Vladimir Putin, da Rússia, da líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, de um dos líderes nas negociações do BrexitNigel Farage. Mas, ao contrário do primeiro dia, em que o nome de Jair Bolsonaro fechava a lista, podia-se ler: “Ponto de vista político censurado“. Só depois, apareceu o nome do candidato do PSL Jair Bolsonaro. Então, surgiram frases que pediam resistência contra as forças policiais.

Na volta do intervalo, Waters fez críticas ao presidente dos Estados UnidosDonald Trump. Na música Pig (Three Different Ones), exibiu a frase “Trump é um porco!”. Depois, no telão, apareceram diversas imagens satirizando o presidente americano. Na música Money, um vídeo exibiu imagens de vários líderes mundiais como Kim Jong-un, da Coreia do NorteVladimir Putin, da RússiaTheresa May, do Reino UnidoSilvio Berlusconi, da Itália, entre outros. Um balão em formato de porco circulou pela pista, com a inscrição “be human“, “mantenha-se humano”.

Waters foi aclamado pelo público no final do show, quando parou para apresentar a banda. A plateia aplaudia e gritava “RogerRoger!”. O músico se emocionou e agradeceu. E disse: “Me ouçam, eu sinto o amor neste lugar. E queremos um futuro para crianças que tenha respeito aos direitos humanos e às leis.” Emendou a canção Mother e exibiu a frase “nem f*” no telão no lugar do #elenão do primeiro dia.

O polêmico primeiro show de Roger Waters

O primeiro show, na terça, 9, transcorria bem até o final do primeiro ato. Roger Waters tinha o público de cerca de 45 mil pessoas nas mãos. Eram todos seus, entregues ao espetáculo cênico musical que de clima tenso desde a abertura de Breathe, passando pela nova Picture That e por Wish You Were Here. Já perto do final, depois de uma encenação assustadora de Another Brick in the Wall Part 2, os ruídos começaram.

O grande telão ao fundo do palco trazia uma lista de líderes mundiais considerados pelo músico como neofascistas. Estavam ali nomes como Viktor Orbán, primeiro-ministro da HungriaMarine Le Pen, liderança de extrema-direita da FrançaLech Kaczynski, ex-presidente da PolôniaVladimir Putin, presidente da Rússia e, por último, o candidato Jair Bolsonaro.

Houve uma espécie de susto coletivo no início para que logo uma guerra de gritos de ordem começasse. Os primeiros foram “ele não”, vindos sobretudo das arquibancadas. Logo depois, o “fora PT” veio nas mesmas dimensões. As provocações de Waters seguiriam na segunda parte do show, depois do intervalo de 20 minutos. Seu telão mostrava agora um visível “ele não” em fundo negro, como se despejasse gasolina nas chamas. Os bolsonaristas passaram a vaiar estrondosamente em vários momentos do show e entre as músicas. Alguns chegaram a deixar o estádio.

O momento tenso foi ao final, quando Roger Waters se preparava para cantar Comfortably Numb, a última do show. A mistura de vaias e aplausos pareciam deixá-lo desconcertado. Ele, no entanto, não amarelou. Falou em tom ainda contundente contra o fascismo e disse não acreditar em regimes ditatoriais. As vaias voltaram enquanto Waters e sua banda se despediam da plateia.

A turnê segue agora para Brasília, dia 13; Salvador, 17; Belo Horizonte, 21; Rio de Janeiro, 24; Curitiba, 27 (véspera de eleições) e Porto Alegre, 30. / JULIO MARIA