Luan Santana pede Jade Magalhães em casamento durante passeio de balão: ‘Agora me sinto pronto’

Luan Santana e Jade Magalhães estão noivos. O cantor pediu a namorada em casamento durante um passeio de balão, em Portugal, nesta segunda-feira (16).

Luan compartilhou nas redes sociais um vídeo em que mostra o momento romântico.

“Te trouxe aqui, acima das nuvens, pertinho do céu, porque quero te dizer que agora me sinto pronto, preparado. Acho que nada é por acaso, tudo tem seu tempo pra acontecer. Quero te dizer que você é a mulher da minha vida. Não existe momento melhor do que esse pra fazer o que quero fazer: Quer casar comigo?”, questiona Luan durante a gravação.

“Quero muito”, responde Jade Magalhães.

O cantor sertanejo também publicou um texto relembrando o dia em que conheceu Jade, 11 anos atrás.

“Há 11 anos, uma garota de cabelos negros me amarrou debaixo de seus cabelos negros. Ela me conheceu cantando, mas foi ela quem me cantou a canção mais linda. Enquanto eu vivia as emoções de um novo e louco mundo, ela me mostrava um universo de calmaria e paz”.

“Assim Deus nos fez amigos. Depois senti seu beijo, seu cheiro, o toque das suas mãos e vi que o dia era mais colorido do seu lado. Assim Deus nos fez namorados”.

“Hoje comecei a imaginar um futuro do seu lado, um filho no meio de nós dois na cama, uma cadeira de balanço na varanda e então assim, perto do céu, acima das nuvens, Deus nos faz noivos”.

“Pra quem sempre cantou o amor, hoje eu te entrego tudo o que há de bom em mim. More em mim e me deixe morar em você, porque no fundo você sabe que sempre foi a minha casa. Saiba que agora será o meu mundo”, escreveu o sertanejo.

Jade também compartilhou um texto falando sobre seu amor ao cantor e o dia especial.

“16/09/2019. Eu sonhei com esse dia. E foi além de qualquer expectativa, mais lindo e mais poético do que eu poderia imaginar. Sim, com o céu como cenário, eu te aceitei. Te aceitei desde o dia que te conheci. Afinal, Deus sempre foi nossa melhor e maior testemunha. Sou sua namorada, amiga, noiva, esposa… quero ser toda sua, mãe dos seus filhos, avó dos seus netos, sua eterna companheira. Obrigada por me ensinar o verdadeiro significado do amor, sou apaixonada por você, Luan. Te amo!”.

*G1

Rod Stewart revela que se curou de câncer de próstata

O astro do rock britânico Rod Stewart revelou que se curou de um câncer de próstata após tratamento de dois anos. O ex-vocalista do Faces, de 74 anos, fez neste fim de semana seu “coming out” do câncer durante uma campanha de arrecadação de fundos contra essa doença em Surrey (sul da Inglaterra), de acordo com a associação Prostate Project em comunicado.

O artista  é considerado completamente curado desde julho do ano passado. Ao divulgar sua luta contra a doença, Sir Rod enfatizou que o público masculino deve realizar exames médicos regulares para promover o diagnóstico precoce.

“Ninguém sabia disso, mas pensei que era hora de contar a todos. Se estou curado agora é só porque cuidei disso cedo. Realizei exames”, testemunhou. “Caras, vocês realmente precisam ir ao médico”, implorou. Todos os anos, quase 50 mil britânicos são diagnosticados com câncer de próstata.

*Correiodopovo

Chitãozinho e Xororó comemoram 50 anos de carreira em 2020 com novo CD, livro e até quadrinhos

Do primeiro “galopeira” em 1970 até serem ovacionados em arenas de todo o país quando entoam o hit elevado a hino nacional “Evidências”. Reconhecida como o maior nome da história da música sertaneja, a dupla Chitãozinho e Xororó sobe em 2020 o 50º degrau da carreira e atinge uma marca alcançada por poucos artistas no Brasil. Para celebrar os 50 anos de música, os cantores preparam um pacote de comemorações que inclui um novo álbum e o lançamento de produtos inéditos sobre os músicos: revista, livros e até uma história em quadrinhos.

Em entrevista, Chitãozinho comentou pela primeira vez sobre o que a dupla pretende para a comemoração dos 50 anos de carreira. Sem adiantar os detalhes, que serão explicados em uma coletiva de imprensa ainda sem data para acontecer, o cantor afirmou que ele e o irmão Xororó vão esperar ter um descanso da rotina de shows para fazer as reuniões que vão fechar o cronograma das festividades.

“Tem muitas coisas que a gente está planejando para lançar. Tem gravação, disco novo, revistas, livros, uma série de coisas. Também teremos histórias em quadrinhos. Os fãs terão bastante material para aproveitar. O nosso próximo assunto das reuniões será o planejamento dos 50 anos”, revelou.

A comemoração ainda vai contar com uma nova turnê com arranjos e instrumentos diferentes. “A gente está pensando em montar um novo show, que vai ser complementar a nossa agenda normal, com arranjos diferentes, com cordas, metais, orquestra maior, será uma coisa mais classuda”, explicou.

Chitãozinho, da dupla com Xororó, canta no palco Arena em show Amigos em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Chitãozinho, da dupla com Xororó, canta no palco Arena em show Amigos em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Quatro tipos diferentes de show

A comemoração dos 50 anos de carreira segue a tradição escrita pela dupla em 2010, quando os irmãos comemoraram quatro décadas de sucesso e lançaram três álbuns especiais: um com a nova geração do sertanejo, outro com artistas contemporâneos do gênero e o último ao lado da Orquestra Bachiana Filarmônica, com participações de cantores de outros estilos da música brasileira.

Paranaenses de Astorga e moradores de Campinas (SP) desde a década de 1980, Chitãozinho e Xororó são alguns dos recordistas de vendas de álbuns no Brasil, com 37 milhões de cópias vendidas. A dupla ainda tem no currículo quatro Grammys Latinos, além de diversos discos de ouro, diamante e platina. Os artistas foram os responsáveis por abrir as portas das rádios FM para o sertanejo.

Atualmente, os sertanejos têm quatro formatos diferentes de shows. Além da turnê “Evidências”, a tradicional apresentação da dupla e que desembarca no Rodeio de Jaguariúna nesta sexta-feira (13), eles estão na estrada com o “Clássico”, ao lado de Bruno e Marrone; o “In Concert”, com o pianista e maestro João Carlos Martins; e o mais novo projeto, que emocionou todos os fãs do gênero em um resgate aos anos 1990: a turnê “Amigos 20 anos – a história continua”, com Zezé di Camargo & Luciano e Leonardo.

“Nós estamos atravessando uma fase muito impressionante, trabalhando muito e prestando muita atenção, porque são repertórios diferentes. Acho que só com a experiência que a gente adquiriu com todos esses anos de carreira que nos faz conseguir levar os quatro shows numa boa”, afirmou Chitãozinho.

Xororó, da dupla com Chitãozinho, agita o público em show Amigos em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Xororó, da dupla com Chitãozinho, agita o público em show Amigos em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Até onde vai o ‘Amigos’?

O quinteto, que, ao lado de Leandro – morto vítima de um câncer em 1998 -, marcou para sempre a história da música sertaneja com quatro especiais na TV Globo de 1995 a 1998, retornou aos palcos em julho deste ano para realizar pela primeira vez uma turnê juntos pelo Brasil. Em 2019, os artistas ainda vão se apresentar em Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Fortaleza, e já estão fechando o cronograma de shows para 2020, com o encerramento em São Paulo (SP), no dia 8 de agosto.

“Vai ser o ano todo que estaremos viajando, uma sequência para o ano que vem, porque o Brasil é muito grande, são muitas cidades que a gente pode visitar. A programação do ano que vem ainda está sendo feita, mas acredito que Goiânia, Curitiba e Cuiabá irão receber os shows. Terminando os shows, a turnê termina, porque já comemoramos bastante”, brincou.

No último sábado, as duas duplas e Leonardo se apresentaram no Allianz Parque, em São Paulo, mesmo local do show de encerramento da turnê em 2020, e levaram as 55 mil pessoas presentes ao delírio. “Foi a primeira vez que a gente viu um estádio completamente lotado, todos os ingressos esgotados, os alimentos e bebidas acabaram todos e a gente bateu o recorde de todos os shows no Allianz Parque. Isso mostra que a música sertaneja está com força total”, completou Chitãozinho.

Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leonardo se apresentam em show Amigos em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leonardo se apresentam em show Amigos em Barretos 2019 — Foto: Érico Andrade / G1

*G1

Cantor português Roberto Leal morre aos 67 anos

O cantor português Roberto Leal, de 67 anos, morreu neste domingo no Hospital Samaritano, em São Paulo, onde estava internado desde o dia 11 deste mês. A causa do óbito foi insuficiência renal em razão de uma reação alérgica a um medicamento. Radicado no Brasil, ele havia dado entrada para tratar complicações decorrentes de um câncer no olho, que enfrentava há dois anos. Os dois filhos, que moram no Canadá e na Austrália, já foram comunicados da morte e estão a caminho do Brasil. 

Autor de “Arrebita”, “Bate o Pé” e “Dá cá um beijo”, foi torcedor da Portuguesa e um dos letristas do hino do clube paulista. Em 2015, ajudou o time, que vive uma prolongada crise financeira, a conseguir um novo patrocinador. Com a música, teve sucesso nos anos 1970 e passou a ser um dos maiores embaixadores da cultura portuguesa no Brasil. Em entrevista ao jornal Diário de Notícias, de Lisboa, em setembro do ano passado, disse que tinha um sonho e por isso se lançou na política: foi candidato pelo PTB à deputado estadual. Ele obteve 8.273 votos e não se elegeu.

O velório acontecerá a partir de segunda-feira, das 7h às 14h, na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, em São Paulo. O enterro será realizado às 14h do mesmo dia, no cemitério de Congonhas. O ex-secretário de Estado das Comunidades Portuguesas José Cesário lamentou a morte do cantor nas redes sociais.

*Correiodopovo

Marília Mendonça não sofre mais? Como ela parou de cantar o que compõe para evitar fofocas

É raridade encontrar uma entrevista de Marília Mendonça sem reclamações sobre a fama. Quando se tornou a dona das músicas mais ouvidas no Brasil, em 2016, a cantora goiana disse que ser celebridade era como carregar uma cruz.

Mas os fofoqueiros agora foram longe demais. Marília pensa em nunca mais lançar o que compõe. Logo antes do evento de lançamento de sua série documental “Todos os Cantos”, que estreia no Globoplay nesta sexta-feira (13), ela diz ao G1 que não aguenta mais.

“Compor menos tem muito a ver com exposição. Eu nunca falei sobre esse medo, mas ele existe muito. Às vezes, eu escrevo alguma história que é muito distante, que eu li em um livro.”

Hoje, ela se divide entre páginas sobre gravidez e as de “A individualidade numa época de incertezas”, do filósofo polonês Zygmunt Bauman.

“Cara, já pensou se eu lanço uma música que é uma composição minha, e de repente está escrito amante? E a galera fala: ‘Olhaaa, Marília está sendo amante de alguém’.”

G1 Ouviu - Marília Mendonça - 'Supera'

G1 Ouviu – Marília Mendonça – ‘Supera’

Marília é refém da personagem de sofredora que criou. E, atualmente, sua vida pessoal tem quase nada a ver com ela. Grávida de quatro meses e “namorando por um tempo” o cantor Murilo Huff, decidiu parar de cantar versos próprios.

“De quem é a culpa?”, a última música que saiu do gravador de seu celular para sua carreira solo, é de janeiro de 2017. E é isso que muito fã quer saber: de quem é a culpa por não compor mais?

“Foi criada toda essa coisa em cima da Marília Mendonça, que as músicas são sobre a vida dela e tudo isso. Eu tenho muito medo”, confessa.

“Eu continuo compondo muito, se eu te mostrar meu gravador tem muita coisa, mas eu não tenho a intenção de lançar. Me expor falando é uma coisa, me expor cantando é outra totalmente diferente.”

Todos os cantos, menos o dela

Assista ao trailer da série' 'Marília Mendonça - Todos os Cantos'

Assista ao trailer da série’ ‘Marília Mendonça – Todos os Cantos’

Todas as 12 músicas do álbum “Todos os Cantos” são de outros compositores. A autora de “Amante não tem lar”, “Traição não tem perdão” e “Infiel”, o marco zero do feminejo, não quer mesmo se expor.

Então, será que faz sentido um documentário com os bastidores do projeto que quer levar shows surpresa para todas as capitais brasileiras?

“Eu fiquei super à vontade, né? A gente incluiu as partes punks. Eu queria mostrar o que deu errado também, a parte que eu choro, que me dói, que está difícil.”

Marília destaca uma cena em que ela e equipe foram distribuir os 150 panfletos de divulgação do show pelas ruas de São Luís:

“Estava muito calor, e eu estava muito cansada. Tem uma cena em que eu estou muito mal na van. Mas quando eu chego no hotel, sou eu e Deus. Ali é onde eu desabo de verdade. Mas na maioria das vezes eu já chego dormindo”.

Desde que o giro pelo Brasil começou, em agosto de 2018, em Belém, o cachê aumentou, ela parou de fumar e emagreceu 20 quilos. Quer ter seu filho Léo durante o projeto. Vai dar uma pausa de três meses, antes de cantar nas dez capitais que faltam.

Desconstruindo Marília

Marília Mendonça no lançamento do documentário 'Todos os cantos' — Foto: Divulgação/Globoplay

Marília Mendonça no lançamento do documentário ‘Todos os cantos’ — Foto: Divulgação/Globoplay

“A Marília sofredora sempre foi um personagem” é o mantra da cantora. Mas como a desconstrução dessa sofrência está sendo recebida pelos fãs? Todo mundo vai sofrer, menos minha sofredora favorita, agora em um relacionamento estável?

“Cara, na verdade foi bem difícil. Eu tive que explicar um pouco pra galera. Eu senti um ciúme da galera, sabe? ‘A Marília não pode ser feliz, ela tem que ser nossa, ela está do lado da sofrência’. Isso é inadmissível, mas rolou muito isso.”

“Mas eu fico muito feliz, porque esse personagem foi criado tão bem feito, sabe? Às vezes, eu estava lançando uma música sofrida, mas eu estava de boa, coraçãozinho de boa.”

Mesmo que as novas músicas não sejam dela, Marília diz cantar como se fossem. “São histórias que eu vejo acontecer. Eu lido com muitas coisas, lido com pessoas, eu leio muito, estou sempre nas redes sociais, então eu canto pras pessoas.”

“Cantar pra mim eu canto lá dentro do banheiro. Aí, eu vou lá e escuto Silva… Mas pra galera eu estou cantando o meu trabalho, a Marília Mendonça é do público, e canto o que a galera quer escutar. E vai ser sempre assim.”

Sertanejo líquido

Marília Mendonça e Anitta se encontram nos bastidores do "Criança Esperança" — Foto: Globo/João Miguel Júnior

Marília Mendonça e Anitta se encontram nos bastidores do “Criança Esperança” — Foto: Globo/João Miguel Júnior

Marília tenta se encontrar em uma era em que os artistas parecem se expor mais. Hoje, é mais natural ouvir popstars cantando sobre saúde mental e outros perrengues na vida. Os artistas estão perdendo o medo de serem pessoas comuns?

“Inclusive eu estou lendo um livro, e li um trecho que fala sobre isso. As celebridades substituíram os santos na cabeça da galera”, diz, citando Bauman.

“Porque santos são uma coisa… Eu nunca vou chegar naquilo ali, né? ‘E olha, ele tem tudo o que eu queria ter na minha vida, a vida perfeita, mas ele sofre como eu, ele passa por tudo como eu’.”

Bauman, morto em 2017, discutia como as relações da sociedade atual tendem a ser menos frequentes e duradouras. O conceito da “modernidade líquida” valia para campos variados, como relacionamentos, economia e política. Provavelmente, também para o sertanejo.

“Então, isso na verdade tem tornado, na minha cabeça, cada vez mais a celebridade tão celebridade, sabe? Porque a pessoa coloca outra pessoa em um pedestal ali e fala: ‘Olha, eu vou te adorar para o resto da vida, porque você sofre como eu, você come como eu, pensa como eu’.”

“Existem assuntos importantes que eu posso tratar também, né? Essa coisa mitificada do artista – eu acho que era muito difícil até para ter uma convivência. No projeto, eu vou panfletar todas as vezes, porque eu precisava de contato humano. Tento mostrar que eu sou uma pessoa como eles, cada vez mais.”

“Então, tem essa parte de me expor falando que estou doente ou estou inchada da gravidez, estou achando o meu nariz gigante, estou me achando horrível, sabe? Eu gosto muito de falar disso, até para entenderem que existem problemas e que nós somos seres humanos.”

Marília fala o que pensa. Mas, por enquanto, não quer cantar o que pensa.

*G1

MÚSICA – Scorpions quer repetir Rock in Rio 1985 com ‘dias de loucura’ e guitarra em homenagem ao Brasil

Matthias Jabs, do Scorpions, já começou a se preparar para o Dia do Metal do Rock in Rio, marcado para 4 de outubro. O show na mesma noite de Iron Maiden, Helloween, Sepultura, Slayer e Anthrax terá uma homenagem ao Brasil.

O alemão de 63 anos tocará com a mesma guitarra com a qual se apresentou na primeira edição do festival, em 1985. E o instrumento, estampado com bandeiras brasileiras, estará de novo nas mãos do guitarrista do Scorpions.

Ele deu a guitarra ao promotor do show como um presente. “Os fãs pediram para que eu tocasse de novo. O cara ainda tinha a mesma guitarra”, conta Jabs ao G1. O “cara” é Roberto Medina, principal produtor do festival.00:00/00:55

Scorpions: Como será o show no Rock in Rio 2019?

Scorpions: Como será o show no Rock in Rio 2019?

A guitarra será a mesma, mas a banda vem diferente: com destaque para o novo baterista Mikkey Dee. As baquetadas do ex-membro do Motörhead serão ouvidas em músicas como “Still loving you” e “Rock you like a hurricane”.

Além da homenagem, Jabs também fala da fidelidade dos fãs de metal, da inversão de horários com o Iron Maiden e da turnê de despedida que não foi uma despedida.

G1 – O que você se lembra do Rock in Rio 1985?

Matthias Jabs – Foram dois shows no final de janeiro, em nossa primeira vez no Brasil e no Rio. Foi empolgante demais. Lembro dos fãs do lado de fora do nosso hotel, o Copacabana Palace. Eram milhares… Foram 10 dias de loucura, porque todos os artistas tocaram duas vezes cada. Eu me lembro que o público era enorme e não conseguia ver todas as pessoas, porque já era à noite.

Claro que me lembro também que a Gibson me fez uma guitarra nas cores do Brasil. E foi um projeto que demorou seis meses. Nosso empresário teve que buscar em Nashville e levar até São Paulo e depois Rio. Eu dei a guitarra ao promotor do show como um presente, simbolizando a maravilha que foram aqueles dias.

G1 – Quem era o produtor?

Matthias Jabs – Não me lembro direito…

Era o Roberto Medina?

Matthias Jabs – Sim, esse mesmo. E ele guardou a guitarra! Vou tocar de novo com a mesma guitarra. Os fãs pediram para que eu tocasse. O cara ainda tinha a mesma guitarra. Fiquei muito feliz de tocar com ela de novo. É demais. Tantos anos depois, quase 35 anos depois, né?

A banda alemã Scorpions — Foto: Divulgação

A banda alemã Scorpions — Foto: Divulgação

G1 – Você esteve no Brasil nos anos 80 e voltou várias vezes. Quais mudanças você notou no país?

Matthias Jabs – Estivemos em algumas cidades neste tempo, em grandes cidades como São Paulo, Rio, duas vezes em Manaus. E foi interessante estar na selva, no meio dela. Estivemos em Vitória, Brasília, Belo Horizonte, é claro… Porto Alegre, Curitiba, no Sul… Aquela outra com Luís… Isso! São Luís, que é mais em cima no Brasil.

A gente gosta de ir em novos lugares e desta vez estaremos em Uberlândia, perto de Belo Horizonte e em Florianópolis. Vejo o Brasil melhorando. Como convidado, eu noto que a estrutura melhorou. Mas são visitas rápidas. Quero sempre voltar.

G1 – No ano passado, pela primeira vez o Rock in Rio não teve um dia dedicado apenas ao rock pesado, o que chamamos de ‘Dia do Metal’. Agora, voltaremos a ter, após os fãs reclamarem, e foi o primeiro a esgotar ingressos. O que acha disso?

Matthias Jabs – Uau! Os fãs de rock pesado são os mais leais mesmo. Eles se identificam com suas bandas favoritas de um jeito… Eles ficam com a banda pra sempre, durante a carreira inteira. É impressionante ver os festivais de rock pesado pelo mundo.

O nosso festival, da Alemanha, o Wacken esgota sempre os 80 mil ingressos antes de saberem quem vai tocar. É demais. Eu entendo a paixão deles: eles querem ser outras pessoas por um dia, querem curtir sua banda. Não me surpreende os fãs de rock serem assim.

G1 – Vocês fizeram uma turnê chamada ‘Final Sting tour’ (ou ‘Turnê da última picada’). Mas o Scorpions segue em turnê. Vocês pensaram mesmo em parar?

Matthias Jabs – A gente pensou que seria a despedida, por isso esse nome, mas estando em turnê a gente ouviu pedidos dos fãs e resolveu continuar. O promotores nos disseram que seria loucura parar. As pessoas ainda querem nos ouvir, tínhamos muitos convites. Aceitamos que decidir parar havia sido precipitado. Não há motivos para isso agora.

Matthias Jabs, guitarrista do Scorpions — Foto: Divulgação/Klotz

Matthias Jabs, guitarrista do Scorpions — Foto: Divulgação/Klotz

G1 – Até quando a banda deve seguir em turnê, então?

Matthias Jabs – É difícil dizer, mas com certeza não vamos fazer mais uma “Turnê do Adeus”. Vamos continuar. Pensamos em gravar um disco no ano que vem e aí vamos fazer uma residência em Las Vegas em julho.

Depois disso, vamos fazer uma turnê nos Estados Unidos, porque não estivamos lá neste ano. Só marcamos shows na América do Sul e na Europa. Então posso te dizer que haverá uma turnê do novo disco. Temos planos para 2020 e 2021.

G1 – Soube que o Iron Maiden vai tocar antes de vocês. Você prefere tocar no fim do festival ou tocar mais cedo é melhor?

Matthias Jabs – Geralmente, a gente fecha os festivais. Já estou acostumado com esse horário. Eu sei, é claro, que o Iron Maiden é a atração principal. Mas eles preferem tocar cedo e pediram que a gente tocasse mais tarde. A gente aceitou, não tem problema.

G1 – Faz tempo que vocês vem deixando ‘Still loving you’ e ‘Rock you like a hurricane’ para o fim do show. Por que escolheram essas para o final?

Matthias Jabs – Elas são as favoritas dos fãs e são uma boa combinação. Costumamos deixar as mais roqueiras para o bis, mas ficou . A gente gosta dessas duas. As pessoas gostam da atmosfera é uma ótima canção para fechar…

*g1

Após pausa na carreira, Vera Loca retorna com show neste sábado em Porto Alegre

Após anunciar uma pausa na carreira no ano passado, Vera Loca retorna aos palcos porto-alegrenses neste sábado, às 21h, no bar Opinião. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do local e pelo Sympla. Os valores variam de R$40 a R$140. 

O show de retorno promete ser um momento especial para os fãs. Nesta quinta-feira, Vera Loca anunciou nas redes sociais que a apresentação será gravada. “Se vocês cantarem muito alto a gente vai lançar um disco desse show”, revelou a banda. A expectativa do grupo é de casa lotada. No repertório de retorno estarão os maiores sucessos da banda como “Graffiti”, “Cuidado Ana” “Aos Meus Amigos”, “Palácio dos Enfeites” e “Borracho y Loco”. 

Na agenda de outubro da banda estão previstos shows na Ceva Music Festival, no Vale dos Vinhedos, em Garibaldi.

*Correiodopovo

Eduardo Costa expulsa homem que agredia mulher em seu show

— Meu amigo de Deus, como é que você pega a morena pelo cabelo dessa forma? Que falta de educação! Tirem esse cara, por gentileza.

Foi dessa maneira que Eduardo Costa interrompeu o show que fazia na sexta-feira (30), em Campo Mourão (PR), e expulsou um homem que agredia uma mulher que o acompanhava.

Segundo testemunhas que estavam na plateia, o homem teria ficado com ciúmes quando a garota resolveu dançar e, por essa razão, a agrediu. Depois da confusão, ela permaneceu na apresentação do sertanejo, que a aconselhou a não ficar mais com o agressor. 

— Moça, como você chama, por gentileza? Um beijo para você. (…) Pelo amor de Deus, uma mulher tão linda como você merece ser tratada de outra forma — disse Costa, em vídeo publicado nas redes sociais. 

Em seguida, é possível ver o cantor abraçando a fã que sofreu o ataque. Eduardo, então, retomou o show, mas antes deixou um recado ao público: 

— Normalmente esse tipo de homem é muito valentão com mulher. 

Sucesso do sertanejo, no fim de 2018, Eduardo Costa se envolveu em grande polêmica ao chamar a apresentadora Fernanda Lima de “imbecil” após discurso feminista. Mesmo com o pedido de desculpas do sertanejo, ela decidiu manter a decisão de processá-lo para “evitar agressões futuras”.

*Zerohora

Barão Vermelho se reinventa após morte de Peninha e saída de Frejat

Prestes a completar 40 anos de atividade, o Barão Vermelho acaba de iniciar uma nova fase. Com a saída de Roberto Frejat em 2017 e a entrada de Rodrigo Suricato nos vocais, a banda carioca acaba de lançar o disco Viva!, que coloca fim a um hiato de 15 anos. O projeto, composto completamente pelos quatro integrantes atuais (Guto Goffi, Suricato, Fernando Magalhães e Maurício Barros), foi a maneira que eles encontraram para dar luz à criatividade e voltar a produzir sob o legado do Barão.

Desde 2004, os músicos se dividiam entre projetos solos e apenas turnês comemorativas. Na maioria das vezes, esses retornos dependiam demais da agenda de Frejat, que a partir de 2001, quando assumiu carreira solo, deixou claro que o grupo não era mais prioritário em sua vida.

Fundador da banda, Guto Goffi ressalta que esse rompimento com Frejat, que substituiu Cazuza em 1986, não resultou em trauma e nem discussão. “Estávamos estagnados e amarrados à agenda dele. E tínhamos a intenção de voltar a tocar com mais frequência e gravar juntos também. Por isso, decidimos seguir sem o Frejat e dar início a essa terceira fase do Barão, mas sem mágoas ou ressentimentos”, comenta o baterista.

Decidir quem seria o substituto de uma voz e figura tão característica como Frejat poderia ser um desafio, mas Suricato virou quase uma unanimidade na banda com o sucesso dele ao participar do reality show Super Star, da Globo, em 2009. “Depois, o Maurício tocou com ele em um projeto da Nívea e ficou impressionado com o talento do rapaz. É um dos maiores fenômenos do rock nacional da década, sem dúvida”, analisa Goffi.

Segundo ele, antes de bater o martelo sobre o novo vocalista, o então baixista Rodrigo Santos se ofereceu para o posto, mas foi rejeitado pelo próprio baterista. “Ele queria cantar. Eu até acho que ele é bom, mas cantando solo, nos shows dele. Não daria para promovê-lo a vocalista. Queria um nome novo, que trouxesse um impacto para dentro da banda”, explica o músico. Com essa decisão, o Barão ficou também sem o baixista, que estava com o grupo desde o álbum Supermercados da Vida, de 1992.

Antes de gravar um disco inédito junto com Suricato, a banda fez um CD de regravações de sucesso em 2018 e caiu na estrada relembrando os maiores sucessos do Barão. Esse período foi uma espécie de fase de testes que assegurou a decisão de continuar na ativa. “Deu tudo certo de primeira. Então, entramos em estúdio e fizemos o CD, com todos participando das composições e sem convidados de fora, como nos trabalhos anteriores do grupo. É o primeiro material dessa nova fase, mas não será o único. Pretendemos, a cada dois meses, gravar um som novo de cada compositor da banda e soltar no streaming”, garante Goffi.

Em paralelo, o Barão volta aos palcos para atender uma demanda de fãs nostálgicos. De acordo com o baterista, a nostalgia também se estende aos músicos, que sentiam falta de sair pelo Brasil juntos e dividir o mesmo ônibus na estrada. “Músico não tem prazo de validade como atleta. Nossa idade não impede e nem é um problema para estar em turnê. E tem algo bom nisso de tocar junto, de tomar um uísque depois do show”, comenta Goffi.

Porém, se ainda há pique para estar na estrada depois de tantas mudanças, o baterista não esconde que o tempo foi implacável com as baixas que a banda enfrentou ao longo dos anos.

Além de Cazuza, que saiu em 1986 e morreu em 1990, em 2010 o Barão perdeu Ezequiel Neves, compositor e guru dos cariocas, e em 2016 Peninha, o percussionista. “A única coisa que não podemos interromper é a morte. Quando o Cazuza saiu, ficamos numa encruzilhada. Afinal, quem ia compor letras tão boas quanto aquelas? Foi quando eu tomei a frente e comecei a escrever, já que naquela época letra não era a praia do Frejat. Nós tínhamos e temos muita preocupação com o conteúdo lírico. O Cazuza me ensionou que, se for para escrever qualquer coisa, melhor fazer música instrumental. Além dele, tivemos o Ezequiel colaborando nessa área. E ele foi nosso guru, era um gênio. Mas tudo faz parte de uma história de quase 40 anos, como a nossa. É inevitável.”

*Correiodopovo

Anitta e Pedro Scooby terminam namoro, diz colunista

Anitta Pedro Scooby não estão mais juntos. Pelo menos por enquanto. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (30) pelo colunista Leo Dias, do portal UOL.

Segundo ele, não houve briga e nem desentendimento. Também não há relação com a ex mulher de Pedro, Luana Piovani

 Leo Dias afirma que “Anitta está determinada a resolver outras questões pessoais e profissionais e acabou tendo que se afastar do surfista”. O colunista conversou com ambos. 

“Tanto Anitta quanto Scooby estão tristes e pediram respeito aos fãs neste delicado momento”, diz o texto dele.

Os dois anunciaram que estavam juntos em junho – também pelo colunista Leo Dias. Scooby e Luana Piovani haviam se separado no início de março. Eles estavam casados desde 2013 e têm três filhos: Dom, seis anos, e os gêmeos Bem e Liz, três.

Já Anitta terminou o casamento com o empresário Thiago Magalhães em agosto do ano passado. O relacionamento dos dois durou um ano. Depois ela chegou a se relacionar com Ronan Souza. Os dois apareceram juntos em janeiro deste ano, mas o romance não durou muito – no Carnaval eles já tinham rompido e a cantora ficou com o jogador Neymar.  

*Clickrbs