Morre Ginger Baker, lendário baterista e um dos fundadores do Cream

Ginger Baker, baterista do grupo de rock britânico Cream, também formado por Jack Bruce (voz e baixo) e Eric Clapton (guitarra), faleceu aos 80 anos — anunciaram seus familiares pelo Twitter, neste domingo. “Estamos tristes por anunciar que Ginger faleceu, em paz, no hospital esta manhã. Obrigado a todos por sua gentis palavras nas últimas semanas”, diz o tuíte publicado na conta do músico.

Baker é um dos três grandes bateristas britânicos da história do rock, que fizeram lenda na segunda metade dos anos 1960 junto com Charlie Watts (Rolling Stones) e Mitch Mitchell (Jimi Hendrix Experience). Nascido em Lewisham, bairro no sudoeste de Londres, em 1939, o músico deu seus primeiros passos no mundo do jazz britânico, que, à época, abria-se para o rhythm’n blues. Em 1962, substituiu Charlie Watts, que se incorporou aos Rolling Stones, no grupo de Alexis Corner. Ginger Baker se tornou uma lenda como membro dos Cream, o famoso trio composto também pelo guitarrista Eric Clapton e pelo baixista Jack Bruce. Nesse grupo, destacou-se por seus solos intermináveis e por seu estilo inconfundível.

Depois da dissolução do Cream em 1968, incorporou-se ao Blind Faith, antes de fundar a Ginger Baker’s Air Force, junto com Stevie Winwood. Nele, interpretaram um rock psicodélico com toques de rythm’n blues, incursões na folk music, cantos indígenas e percussões africanas. Após sua passagem por Lagos, aonde foi para ampliar seus conhecimentos das polirritmias africanas, voltou para a Inglaterra e experimentou o rock progressivo. Nos anos 1980, fundou uma escola de bateria em Milão e, depois disso, mudou-se para a Califórnia, dedicando-se ao funk e ao afrojazz. Entre seus discos mais conhecidos, está “Going back home”, de 1993, gravado com o guitarrista Bill Frisell e o contrabaixista Charlie Haden. 

*Correiodopovo

As 15 melhores músicas de Luan Santana

O meteoro da paixão, que ganhou o Brasil com seu talento e carisma, tem hoje muitos fãs espalhados por aí. Estamos falando de Luan Santana, o cantor, compositor e apresentador de 28 anos que, desde o começo de sua carreira, só lança hit atrás de hit.

Um dos maiores talentos do sertanejo universitárioLuan conta com cerca de 10 álbuns e muitas parcerias, tanto nacionais quanto internacionais. O menino é poderoso, viu? 

Claro que não dá para falar de Luan Santana sem trazer os sucessos que dominam os corações por aí. Por isso, fizemos uma lista com as melhores músicas do nosso ídolo. Prepara o fone e dá o play em:

  • Dia, Lugar e Hora
  • Te Vivo
  • Incondicional
  • Fantasma (part. Marília Mendonça)
  • Um Beijo
  • Cê Topa?
  • Meteoro
  • Acordando o Prédio
  • Você Não Sabe o Que É Amor
  • Hoje Não (part. Thaeme e Thiago)
  • Tudo Que Você Quiser
  • Te Esperando
  • Sofazinho (part. Jorge e Mateus)
  • Sinais
  • quando a bad bater

As melhores músicas de Luan Santana

Essa lista navega por toda a carreira de Luan, desde quando ele era o adolescente novinho com suas canções de amor, até o grande cantor que é hoje em dia. Vem com a gente!

Dia, Lugar e Hora

O álbum 1977 tem a canção perfeita para quando destinos se entrelaçam. Para Luan, se é pra acontecer, nada mais importa! Tem Dia, Lugar e Hora para tudo começar.

Te Vivo

Uma das letras mais lindas de Luan, Te Vivo conta com um clipe emocionante (já estamos enxugando as lágrimas 🤧) sobre amor de outras vidas.

Incondicional

Direto do túnel do tempo, Incondicional é intensa e fofa, do jeitinho que Luan era na época de seu lançamento. Olha que coisa mais fofa esse clipe 😍

Fantasma (part. Marília Mendonça)

Marília Mendonça e Luan Santana: não tinha como essa combinação não resultar em uma canção incrível. Nesse caso temos Fantasma, nossa razão para ser feliz.

Um Beijo

É impossível negar: Um Beijo vale mais que mil palavras! Haja nervosismo e ansiedade para qualquer declaração de amor. Talvez a solução seja mandar aquele beijão.

Cê Topa?

Um cláaaassico dos casais brasileiros. Quem nunca se declarou dizendo eu, você, dois filhos e um cachorro? Não dá pra negar, Cê Topa é a melhor forma de chegar no crush. Irrecusável!

Meteoro

TE DEI O SOL, TE DEI O MAR… Completa com a gente! Meteoro foi o primeiro sucesso da carreira do cantor e é uma das canções mais inesquecíveis da história do sertanejo. Como é bom poder te amar, Luan!

Acordando o Prédio

Agora numa vibe totalmente dançante, com direito até a Whindersson Nunes mandando seu passinho, temos o clipe de Acordando o Prédio, que combina demais com a música! 

Você Não Sabe o Que é Amor

Não use mais o plural! Pode ir, tudo bem, você não sabe o que é gostar de alguém… Você Não Sabe o Que é Amoré a música para terminar aquele relacionamento nada equilibrado. 😳

Hoje Não (part. Thaeme e Thiago)

Sucesso das baladas de anos atrás, a parceria com Thaeme e Thiago, Hoje Não, é uma daquelas sobre superações bem poderosas.

Tudo Que Você Quiser

Tudo Que Você Quiser é uma declaração de amor daquelas apaixonadas. Ouvir essa letra cantada pelo Luan é pra tremer na base e chorar de emoção, hein?!

Te Esperando

Amor que é amor independe de época, de momento, de fase e de vivência. Te Esperando é a prova que não importa o que aconteça, o amor vai sempre esperar. 

Separa o lenço de novo que o clipe também é emocionante…

Sofazinho (part. Jorge e Mateus)

Um dos últimos sucessos de Luan e de Jorge & Mateus, Sofazinho é quase um relato de muito casal por aí… 😜

Sinais

Sinaisé um dos sucessos mais antigos de Luan. Que saudade dessa época, né não? Sinais me mostraram o caminho até você, vaga-lumes guiam-me sem perceber…

quando a bad bater

Último lançamento do moço, quando a bad bater deixa claro que tem momentos que não há como superar o que acabou.

Um pouco mais sobre Luan Santana

Luan Rafael Domingos Santana é natural de Campo Grande, Mato Grosso do Sul e hoje tem 28 anos. Incentivado pelo pai, aprendeu a tocar violão logo cedo, quando ainda criança.

Luan Santana quando criança
Luan Santana quando criança / Créditos: Divulgação

Com grande apoio familiar, Luan experimentou a carreira musical desde a infância. Porém, tudo realmente começou lá em 2009, com o lançamento do seu primeiro álbum: Tô de Cara

Por meio dele, o Brasil enfim conheceu o meteoro da paixão e deu o sol e o mar para ganhar mais de Luan. Com seus próximos álbuns lançados, o cantor trouxe hits como IncondicionalNega e Você de Mim Não Sai, conquistando os primeiros lugares das paradas da Billboard e indicações ao Grammy Latino.

Daí em diante, foi só evolução. Conhecemos a era apaixonada e romântica em Tudo Que Você Quiser Cê Topa?; depois, veio uma super homenagem às mulheres no álbum 1977, que conta com parcerias incríveis como Marília Mendonça, Ivete Sangalo, Sandy e Anitta.

Se que saber mais sobre tudo de bom e de melhor que Luanzinho já fez nessa vida, não deixe de conferir sua biografia completa. Haja trajetória pra contar!

*letras.mus

Aerosmith cancela show após Steven Tyler perder a voz

A banda Aerosmith precisou cancelar um show em Las Vegas, nos Estados Unidos, nessa quinta-feira. A apresentação não foi realizada porque o vocalista Steven Tyler perdeu a voz. O anúncio foi feito através de uma rede social.

O próximo show do Aerosmith na cidade está marcado para este sábado. Até o momento, o espetáculo está previsto para ocorrer normalmente.

No Twitter, Steven Tyler fez um trocadilho ao escrever “perdi minha voz… mas não posso falar sobre isso” e não deu mais informações sobre seu estado de saúde. Os fãs que compraram ingresso para a data serão ressarcidos. 

I LOST MY VOICE… BUT I CAN’T TALK ABOUT IT.
REFUNDS FOR THURSDAY 26TH OF SEPTEMBER’S CANCELED PERFORMANCE WILL BE ISSUED AT POINT OF PURCHASE.@Aerosmith #DEUCESAREWILD pic.twitter.com/XlCnfqYks1 — Steven Tyler (@IamStevenT) September 27, 2019

O grupo estará se apresentando em Las Vegas até junho do ano que vem e tem mais 29 shows pela frente. As apresentações fazem parte da turnê “Deuces Are Wild” e o preço dos ingressos varia de 68 dólares a 1,4 mil dólares (de R$ 282 a R$ 5.823,30, aproximadamente).

The Who

Na quarta-feira, a banda The Who precisou interromper um show devido ao mesmo problema. Roger Daltrey, vocalista do grupo, apresentou problemas na voz após cantar por cerca de 45 minutos. Com isso, o grupo precisou adiar dois espetáculos que já estavam previstos para acontecer neste mês – ambos nos Estados Unidos.

*Correiodopovo

Zé Ramalho festeja 70 anos com álbum que apresenta gravação inédita de show feito em 1979

Zé Ramalho faz 70 anos em 3 de outubro. Na data, o cantor, compositor e músico paraibano lança mais um álbum com registros ao vivo de shows feitos na década de 1970.

Desta vez, Ramalho apresenta a inédita gravação do show de lançamento do segundo álbum do artista, A peleja do diabo com o dono do céu (1979), lançado há 40 anos.

O show estreou na cidade de São Paulo (SP), no segundo semestre de 1979, mas o registro ao vivo perpetuado no álbum – que sai simultaneamente em CD e em edição digital – foi captado em dezembro daquele ano, em apresentação feita pelo cantor no Cine-Show Madureira, então um badalado local de shows do subúrbio da cidade do Rio de Janeiro (RJ).

A gravação transformada em disco é oriunda do acervo pessoal do próprio Zé Ramalho.

*G1

Marília Mendonça lança em outubro single gravado com Simone & Simaria

Marília Mendonça quer estar presente em todos os cantos musicais. Mal apresentou incursão sutil pelo universo do hip hop em Conspiração, música gravada com a banda brasiliense Tribo da Periferia e lançada em 20 de setembro, a cantora volta ao mercado fonográfico na próxima terça-feira, 1º de outubro, com single gravado com Simone & Simaria a convite da dupla sertaneja.

A música cantada pelo trio se chama O que é, o que é. Apesar de O que é, o que é ter o mesmo título do samba composto por Gonzaguinha (1945 – 1991) e lançado em 1982, a música é inédita e tem – entre os autores – Tierry Coringa, compositor que já tem canções gravadas por astros sertanejos como Luan Santana.

Simultaneamente com o single O que é, o que é, Marília Mendonça e Simone & Simaria lançarão o clipe da música, gravado em 12 de agosto, na cidade de São Paulo (SP).

*g1

Para curtir Bruce Springsteen

Antes de tudo, fazer uma crítica ao título nacional do britânico Blinded By The Light, aqui intitulado “A Música da Minha Vida” de forma equivocada. O personagem principal, o jovem Javed (o ótimo Viveik Karla) vira fã da obra de Bruce Springsteen, que muda o seu jeito de ver a vida, ou seja, não é a música e sim as músicas…

Passado isso, esta obra é mais uma carregada de música, a exemplo dos recentes e ótimos “Rocketman” e “Yesterday”. O longa é dirigido pela indiana Gurinder Chadha, e é focado nos anos 1980, na pequena cidade inglesa de Luton, a 51 km ao norte de Londres, e foca em Javed, britânico de ascendência paquistanesa. Estamos em 1987, e o adolescente sonha em ser escritor, mas sofre com o conservadorismo do pai, Malik (Kulvinder Ghir), que deseja que o filho siga as tradições familiares.

O pai, mesmo morando na Inglaterra desde jovem, não se sente integrado, seguindo fiel às suas raízes, e acha que o filho também não deve se integrar – como pano de fundo o avanço da Frente Nacional, formada por neonazistas que querem a saída dos imigrantes do país, em crise e com profundo desemprego da população.

Javed conhece através de um colega de escola de origem sikh, Roops (Aaron Phagura) as músicas de Bruce “The Boss” Springsteen. E isso lhe faz ver a vida de outra forma – parece que as letras do cantor americano são feitas para ele, que se empolga ainda mais em sua escrita, ao mesmo tempo que engata um namoro com a colega branca Eliza (Nell Williams). Mais um contraste….

O interessante de toda esta história é que ela é baseada em fatos reais. No final de “A Música da Minha Vida” (Blinded By The Light) aparecem imagens dos personagens reais, que viveram aquelas situações naquele período, reproduzido com perfeição. Roupas, carros, cabelos, tudo remete aos anos 1980, época muito forte no imaginário de muita gente.

*Correiodopovo

Kevinho fala sobre ‘fora’ em Anitta: “sou lerdo para essas coisas”

Quarta, dia 18, aconteceu a festa de aniversário do cantor Kevinho. O músico comemorou seus 21 aninhos com uma mega festa em uma casa noturna, em São paulo.

O pessoal do TV Fama estava fazendo a cobertura do evento e durante o bate-papo a jornalista falou da sua apresentação no Rock in Rio e lembrou o cantor que será na mesma data que Anitta.

Por falar em Anitta,  ela relembrou um comentário que a funkeira fez em seu programa na Multishow – “Anitta Entrou No grupo”, que levou um toco do Kevinho.

“Não me liguei. sou lerdo para essas coisas. Ela fala que sim [que deu em cima], mas ela brinca só. Ela é muito minha amiga. É amiga. Juro”, contou o funkeiro em meio a risadas envergonhadas.

Confira abaixo:

*Terra

Paulo Ricardo faz turnê de 35 anos da ‘Rádio Pirata Ao Vivo’

Aos 56 anos de idade, o veterano Paulo Ricardo mantém a voz rouca de barítono que o consagrou como um dos vocais mais marcantes da geração roqueira dos anos 80. Na época, o estouro do grupo RPM tomou de assalto os palcos do Brasil, sendo sucesso de público e de vendas. Com apenas um disco de estúdio gravado, a banda emplacou “Rádio Pirata Ao Vivo” como o quinto álbum mais vendido da história do Brasil, com mais de 3 milhões de unidades.

O grupo passou por muitas idas e vindas ao longo de sua história. Paulo Ricardo se distanciou dos ex-companheiros de banda e seguiu carreira solo se apresentando Brasil afora. Atualmente, eles brigam na Justiça sobre o uso do nome RPM.

Em conversa com o Terra, o artista fala sobre a nova turnê, a relação com os ex-companheiros de banda, e sua amizade com Ney Matogrosso, que dirigiu o show da banda na década de 80.

Queria que você me falasse dessa nova turnê, Rádio Pirata Ao Vivo 35 anos. O espetáculo teve direção do Ney Matogrosso?

O Ney dirigiu o show em 85, estreou em 22 de setembro de 85 em São Paulo, no Teatro Brigadeiro, na véspera do meu aniversário de 23 anos. E nós vamos reeditar esse show, é como se nós estivéssemos dando continuidade à turnê, com um pequeno lapso de 35 anos. Estamos fazendo questão de manter todos os elementos “vintage”, os lasers, todas as marcações que o Ney criou, cenário, iluminação… Tudo isso faz parte da “viagem ao tempo” que a gente quer proporcionar.

E o disco segue até hoje como um dos mais vendidos da música brasileira…

E dificilmente esse recorde vai ser batido, pois não se vende mais álbum. Não se comercializa mais a música da mesma forma, então a maneira de aferir hoje é completamente diferente.

As letras, obviamente, continuam muito atuais.

Bom, esse disco em si é uma história de metalinguagem. Quando eu compus a canção “Rádio Pirata”, havia um movimento genuíno de garotos que estavam montando rádios piratas e com os colegas de faculdade, eu tive a intenção de montar uma. Agora, dentro da metáfora da canção, a nossa geração do rock nacional chegava como “piratas”, abordando o sistema e as coisas que tocavam na rádio, na época.

O RPM se reuniu com outro vocalista, vocês tiveram alguns problemas na Justiça… Como está a situação agora, principalmente com a morte do P.A.?

Tá na Justiça. Nós tínhamos um acordo que em respeito à todos e à formação original, nós só usaríamos o nome RPM se fosse a formação original. Eles estão desrespeitando este acordo, então essa história tá na Justiça. Eu acho que o importante não é o nome, são as músicas.

Muita gente comenta sobre as suas caracterizações no Show dos Famosos, principalmente a da Beth Carvalho. Você pode falar um pouco sobre isso?

Eu acho que a gente, no entretenimento, não pode ser acomodar, não pode se entediar. Tem que correr riscos, e é sempre estimulante e gratificante trabalhar com grandes profissionais. O Faustão é um grande amigo, a gente começou praticamente juntos no “Perdidos na Noite”, e eu fui um dos primeiros convidados para o “Dança dos Famosos”. Mas eu realmente não tenho esse talento, essa vivência como dançarino. Quando surgiu o convite pro Show dos Famosos, vi uma oportunidade não só de homenagear minhas grande influências, mas ao mesmo tempo ter essa vivência de ator, de poder personificar outras pessoas e trabalhar com o pessoal incrível da caracterização, do figurino, com o Simoninha.

*Terra

A turnê
“Rádio Pirata ao Vivo – 35 anos” estreou no Imperator, no Rio de Janeiro, no dia 7 de setembro, e vai percorrer o Brasil com o show original da década de 80.

Zeca Pagodinho lança novo disco e revela incômodo com selfies

Ao seu melhor estilo, Zeca Pagodinho recebeu a reportagem em seu Bar do Zeca, na Barra da Tijuca, para falar sobre o seu novo álbum, “Mais Feliz”. De cara, levantou a mão para o garçom: “Pequeno, repõe copo e cerveja, pra começar bem a entrevista!”.

Bem à vontade, ele falou sobre seu 24º álbum solo, que a contragosto foi o primeiro a ser lançado desde 2015. “Isso aí tem que perguntar para a gravadora, antigamente a gente fazia todo ano”, disse Zeca, sem fazer muito rodeio. Um tanto avesso às plataformas digitais (“preferia quando era CD e LP”), o cantor também demonstrou contrariedade com a moda das selfies. “Um dia queriam tirar uma selfie comigo num velório, com o defunto. Pô, peraí! As pessoas perdem a noção.”

Lançado pela Universal Music, “Mais Feliz” é composto por 14 faixas, sendo três regravações e 11 músicas inéditas. O álbum estará disponível em todas as plataformas digitais e também em CD. Em São Paulo, o show de lançamento será em 7 de dezembro, no Credicard Hall.

Seu primeiro disco solo foi há 33 anos, e agora chega ao 24º álbum. Como você vê sua trajetória?

Rapaz, na realidade eu não vejo nada. Quando eu vi, eu já estava aqui. Quando eu vi, chegou. Mais do que feliz.

O novo álbum vem depois de quatro anos desde o último lançamento. Por que você ficou tanto tempo sem lançar, e por que decidiu agora?

Isso aí tem que perguntar para a gravadora. Antigamente a gente fazia todo ano, todo ano lançava um LP, todo mundo. Agora não sei o que aconteceu… A minha vontade, e a dos compositores que gravam comigo, é a de lançar sempre. Por mim, seria um por mês.

Pode-se dizer que mais uma vez o álbum é uma homenagem ao subúrbio do Rio?

É uma homenagem ao Brasil. O subúrbio está sempre presente.

São três regravações e 11 músicas inéditas. O que levou a escolher as regravações?

A gente ouve e resolve gravar. Uma foi para novela (“O Sol Nascerá”, trilha da novela Bom Sucesso), que é de Cartola e Elton Medeiros, outra é um registro que eu queria ter de Baden Powell com Vinícius (“Apelo), eu, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda, e a outra, uma regravação (“Mais Feliz”) – eu nem sabia que era regravação, fui saber agora.

Como você vê o momento do samba no País?

No meu caso, ainda vai legal, mas tem muita gente aí fazendo coisa boa e que não acontece. Primeiro que não tem mais CD, é tudo internet, essas coisas. Quem não sabe mexer, como eu, vai passar batido. Antigamente, saía nas lojas e todo mundo saía correndo para ver as fotos, ‘olha que foto linda’, quando lançavam Beth Carvalho e Alcione… Se sabia quem tocou, quem produziu. Agora nem os carros tem mais CD.

Mas acha que as novas mídias ajudam ao menos a divulgar sua música e de outros compositores para o pessoal mais novo?

Ah, eu ainda preferia que fosse CD, LP… Era mais emocionante. A foto (no álbum) fica bacana, você sabe quem está tocando, quem está produzindo, sabe quem fez violão, quem fez cavaquinho. Eu ainda prefiro. Se voltasse o vinil, então…

Estamos conversando no seu bar, com uma cervejinha na mesa. Você continua o mesmo de sempre ou mudou muito?

Quando deixam, eu continuo o mesmo.

E quando não deixam?

Ah, tiram foto, é celular… Gosto de passear, do botequim com todo mundo, uma cerveja. Quando atravessa a rua, nego já vem ‘olha ele lá!’, já vai puxando. Aí não dá. Eu sou um ser humano, cara. Tem dia que eu briguei com a mulher, tem dia que eu estou com dor de dente. Não dá.

Não é muito fã das selfies?

Não. Um dia, queriam tirar uma selfie comigo num velório, com o defunto. Pô, peraí! As pessoas perderem a noção.

E o pessoal que fica fazendo fotos durante seu show, atrapalha? Incomoda?

Não atrapalha, mas eu acho que a gente ensaia tanto, os músicos… E os caras não estão nem aí. É uma maluquice. Tem gente filmando briga de homem batendo em mulher… Outro dia, vi de um cara matando alguém e o outro filmando. Vai aonde isso? Que maluquice é essa? Agora há pouco, passou um cara aí se filmando numa passarela. Que doidera é essa?

Nessas de todo mundo ficar filmando, você já apareceu ajudando moradores em enchentes, dando carona, ajudando necessitados. Como você vê esse tipo de divulgação?

Pra que? Eu faço isso há tantos anos, pra que filmar aquilo? Eu nem vi quem foi que filmou…

Teve uma que você estava dando carona numa moto…

Eu faço isso todo ano, não é nenhuma novidade.

Se faz todo ano, é porque não cuidam bem da cidade.

E continua a mesma coisa e vai continuar do mesmo jeito.

Como vê o momento do País?

Prefiro nem ver… Está muito difícil. Tantas crianças aí na rua. Você vai daqui pra ali na Barra e é tanta criança jogando bolinha no sinal. Criança tem que estar na escola, cara. Que futuro vai ter?

Falta vontade política?

Sempre faltou, sempre faltou. Eles é que deviam fazer esse trabalho. Eu tenho uma escola de música com 225 crianças, e ninguém me ajuda em nada lá – só a Brahma. O resto é eu, meu filho, alguns amigos. E ainda pago imposto, tá?

Tem esperança que melhore?

Esperança tem que ter sempre, não se pode perder a esperança. Vamos lutar por isso, vamos falar disso, mas que é difícil, é.

Você sempre foi muito grato à Beth Carvalho. Passados esses quatros meses que ela nos deixou, já conseguiu assimilar a morte dela?

A Beth vinha muito doente, há muito tempo. Ela estava sofrendo muito, já vinha sofrendo há 15 anos com essa doença. Estava cantando deitada, a Beth sempre foi uma pessoa muito ativa, muito ligada a tudo. Pra gente e pra ela, era doloroso. Mas a vida é assim…

Está feliz com tudo o que aconteceu na sua vida?

Tem que estar! Eu estou com 60 anos, diziam que eu não chegava a 30. Tenho dois netos, um neto e uma neta. Tá bom? Diziam que eu não chegava a 30, era muito louco.

*Terra

Luan Santana pede Jade Magalhães em casamento durante passeio de balão: ‘Agora me sinto pronto’

Luan Santana e Jade Magalhães estão noivos. O cantor pediu a namorada em casamento durante um passeio de balão, em Portugal, nesta segunda-feira (16).

Luan compartilhou nas redes sociais um vídeo em que mostra o momento romântico.

“Te trouxe aqui, acima das nuvens, pertinho do céu, porque quero te dizer que agora me sinto pronto, preparado. Acho que nada é por acaso, tudo tem seu tempo pra acontecer. Quero te dizer que você é a mulher da minha vida. Não existe momento melhor do que esse pra fazer o que quero fazer: Quer casar comigo?”, questiona Luan durante a gravação.

“Quero muito”, responde Jade Magalhães.

O cantor sertanejo também publicou um texto relembrando o dia em que conheceu Jade, 11 anos atrás.

“Há 11 anos, uma garota de cabelos negros me amarrou debaixo de seus cabelos negros. Ela me conheceu cantando, mas foi ela quem me cantou a canção mais linda. Enquanto eu vivia as emoções de um novo e louco mundo, ela me mostrava um universo de calmaria e paz”.

“Assim Deus nos fez amigos. Depois senti seu beijo, seu cheiro, o toque das suas mãos e vi que o dia era mais colorido do seu lado. Assim Deus nos fez namorados”.

“Hoje comecei a imaginar um futuro do seu lado, um filho no meio de nós dois na cama, uma cadeira de balanço na varanda e então assim, perto do céu, acima das nuvens, Deus nos faz noivos”.

“Pra quem sempre cantou o amor, hoje eu te entrego tudo o que há de bom em mim. More em mim e me deixe morar em você, porque no fundo você sabe que sempre foi a minha casa. Saiba que agora será o meu mundo”, escreveu o sertanejo.

Jade também compartilhou um texto falando sobre seu amor ao cantor e o dia especial.

“16/09/2019. Eu sonhei com esse dia. E foi além de qualquer expectativa, mais lindo e mais poético do que eu poderia imaginar. Sim, com o céu como cenário, eu te aceitei. Te aceitei desde o dia que te conheci. Afinal, Deus sempre foi nossa melhor e maior testemunha. Sou sua namorada, amiga, noiva, esposa… quero ser toda sua, mãe dos seus filhos, avó dos seus netos, sua eterna companheira. Obrigada por me ensinar o verdadeiro significado do amor, sou apaixonada por você, Luan. Te amo!”.

*G1