Em Porto Alegre, João de Almeida Neto dá voz aos 100 anos do nascimento de Nelson Gonçalves

No Teatro do Bourbon (Túlio de Rose, 80), nesta sexta, às 21h, João de Almeida Neto apresenta “Boêmios”, show que celebra os 100 anos de nascimento de Nelson Gonçalves (1919 – 1998), conhecido como “Rei da Voz”. Entre as gravações de Nelson que marcam época estão “A Volta do Boêmio” e “Se Acaso Você Chegasse”. 

O espetáculo contará com as participações especiais de Moacyr Franco, Gaúcho da Fronteira e Nani Medeiros. Ao lado de João de Almeida Neto estará o Regional Imperial, formado por João Camarero e Júnior Pita (violões), Rafael Toledo (percussão) e Lucas Arantes (cavaquinho), além de Rodrigo Maia (contrabaixo), Mathias Pinto (violão), Samuca (acordeom), Pedrinho Figueiredo (sax), Beto Chedid (guitarra portuguesa), Elias Barbosa (bandolim).

*Correiodopovo

Funkeiro MC Sapão morre aos 40 anos no Rio de Janeiro

MC Sapão morreu nesta sexta-feira no Rio de Janeiro em decorrência de uma grave pneumonia e insuficiência cardíaca. O cantor de 40 anos estava internado desde o dia 10 no Hospital Rocha Faria, na zona oeste da capital carioca. O funkeiro deixa quatro filhos: Pedro, Kevin, Odara e Brisa. 

Segundo informações da assessoria de imprensa do músico, ele estava internado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do hospital desde o dia 10 de abril. Na quinta-feira, seu quadro era “grave e estável”.

Em nota divulgada na quinta-feira, a assessoria informava que “o cantor estava em turnê pelo Brasil, cumprindo agenda de shows e divulgação da sua nova música Deixa Ela Dançar, em parceria com o cantor venezuelano Labarca. Devido à bateria de shows e às variações climáticas dos locais em que passou nas últimas semanas, Sapão contraiu uma gripe forte que desencadeou uma pneumonia”.

Ele estava escalado para se apresentar no Rock in Rio deste ano, ao lado de outros artistas do funk.

História

Jefferson Fernandes Luiz nasceu no Rio de Janeiro, no dia 12 de novembro de 1979. Criado na comunidade carioca de Nova Brasília, no Complexo do Alemão, Jefferson sempre sonhou em ser artista. Já o nome artístico “Sapão”, surgiu de um apelido de infância.

Em 1999, Sapão ficou preso sob alegação de associação ao tráfico de drogas. Atrás das grades, ele compôs a música “Eu Sei Cantar”, onde pedia perdão para a mãe e prometia que ia usar seu dom para “coisas boas”. Depois de oito meses, o cantor foi absolvido por falta de provas.

O sucesso de Sapão aconteceu depois de muita batalha. Antes de se tornar cantor, ele trabalhou como borracheiro, porteiro de creche e entregador de flores e marmitas.

Sucesso

Em 2005, Sapão lançou “Diretoria”, que se tornou uma das canções mais tocadas na comunidade do funk carioca. O destaque musical deu a chance do cantor se apresentar em diversos bailes e clubes no Rio. E, no ano seguinte, ele emendou a boa fase com o CD “Tô tranquilão”. A faixa título é sucesso até hoje.

Durante sua trajetória, Sapão emplacou diversos hits como “Mocinho e Bandido” (com a dupla João Neto e Frederico), “Deixa Ela Dançar”, “Vou Desafiar Você” e “Rei do Baile” (com MC Guimê e Mr. Catra).

Sapão também virou “queridinho” das celebridades. Em 2010, ele se apresentou no casamento dos atores Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank.

Em 2013, por problemas de saúde, o funkeiro precisou emagrecer 50 quilos. Com força de vontade e sem cirurgia, os exercícios ajudaram Sapão a manter o peso e ajudar no controle da diabetes tipo 2. Inventivo e bem humorado, Sapão é considerado um dos maiores nomes do funk carioca.

*Correiodopovo

Roberto Carlos faz 78 anos: Confira 5 sucessos do rei

Antes mesmo de cantar para os apaixonados de todo o Brasil, Roberto Carlos foi rockeiro. Sob riffs de guitarra, comandava o programa Jovem Guarda juntamente com Erasmo Carlos e Wanderléa. Nas mais de cinco décadas de carreira, cantou sobre abandono, partida, paqueras, questões jovens, términos e retornos. Foi artista de cinema, astro de televisão, e é o cantor solo mais vendido do país, vendendo mais de 120 milhões de cópias.

Foto: Reprodução/Facebook

Aos 78 anos, Roberto Carlos não parece querer parar: Seu cruzeiro anual, o Emoções, já tem setores esgotados para a partida em 2020. Continua com turnês por todo o Brasil, sucesso por onde quer que passe. Separamos para você cinco sucessos do rei, um por década, para relembrar a trajetória do cantor. Feliz aniversário, Robertão!

Década de 60

Marcada pelo belíssimo órgão Hammond, “Quero Que Vá Tudo Pro Inferno” é um dos grandes sucessos da Jovem Guarda. Um rock and roll que já mostrava uma faceta mais romântica de um jovem Roberto Carlos, lamentando o fato de ter perdido a amada.

Década de 70

Em 1971, Roberto Carlos dava sua guinada ao romantismo. “Detalhes”, um dos maiores sucessos da carreira do rei, fala sobre amor e abandono, sob uma base suave e romântica acompanhada por uma orquestra, vibraphones e pianos. Uma grande cisão do estilo rebelde e roqueiro da Jovem Guarda.

Década de 80

Foi nessa época, em 1981, que Roberto gravou o que talvez seria seu maior sucesso. “Emoções”, parceria com Erasmo Carlos, é acompanhada por uma orquestra big band a-la Frank Sinatra, e é presença obrigatória nos repertórios do cantor até hoje.

Década de 90

Um Roberto mais maduro, na década de 90, acompanhava a mudança de faixa etária de seu público. Se antes cantava para os “brotos” da Jovem Guarda, foi em 1996 que lançou “Mulher de 40”.

Décadas de 2000/2010

Nos anos 2000, Roberto Carlos mostra que ainda está com tudo. Em pleno 2012, emplacou um dos maiores hits do ano, parte da trilha sonora da novela “Salve Jorge”. Em “Esse Cara Sou Eu”, o rei fala de todas as qualidades de um homem dos sonhos, em uma declaração apaixonada.

*Terra

Museu em Nova Iorque exibe instrumentos emblemáticos da história do rock

São instrumentos que contribuíram com a história do rock: guitarras, pianos e baterias que pertenceram a grandes nomes da música e que podem ser vistos a partir desta segunda-feira no Metropolitan Museum de Nova Iorque. A exposição, que termina em 1 de outubro, quer apresentar esses objetos emblemáticos como “vetores de inovação artística”, explicou Max Hollein, diretor do Met, à imprensa.

“Os instrumentos são alguns dos objetos mais pessoais associados aos músicos mas, como espectadores, sempre os vimos de longe, em um palco, durante um show”, disse Jayson Kerr Dobney, o curador da exposição. Essa apresentação “oferecerá a rara oportunidade de analisar de perto alguns dos objetos mais emblemáticos do rock”, explicou. 

Para organizar a exposição, a instituição nova-iorquina contou com a colaboração do panteão do rock, o Rock and Roll Hall of Fame, instalado em Cleveland, no estado de Ohio (nordeste dos EUA). O museu também recebeu empréstimos por parte de músicos, interessados na visão do Met e, com frequência, fascinados pelo que esse espaço cultural representa. 

O cantor americano Steve Miller, o famoso intérprete do sucesso “The Joker” à frente da Steve Miller Band, elogiou o trabalho dos curadores, que “romperam com anos de coisas absurdas que buscavam banalizar os instrumentos”. Miller ficou “impressionado perante a potência, elegância e inteligência” da exposição, para a qual emprestou várias guitarras.

A mostra contém também instrumentos de seis cordas – e inclusive de 12, no caso da guitarra de dois braços de Don Felder, do grupo Eagles -, que pertenceram a Chuck Berry, Eric Clapton, Bob Dylan, Joan Jett e Elvis Presley. 

O entusiasmo de Jimmy Page 

Os visitantes poderão mergulhar no universo ao que remetem esses instrumentos graças a uma tela que projeta solos notáveis, como um de Prince, e as caixas de som que acompanham musicalmente o percurso da exposição.

O museu, localizado no Central Park, na Quinta Avenida, também expõe roupas de músicos e um grande número de cartazes de shows. “Nunca teria me atrevido a sonhar em estar aqui, sequer quando era criança”, afirmou o guitarrista do grupo britânico Led Zeppelin, Jimmy Page, que alcançou a fama há mais de quatro décadas. “Estava disposto a qualquer coisa para que esta exposição acontecesse”, disse. 

O Met apresenta 185 objetos, entre eles 130 instrumentos, de um período que vai de 1939 a 2017. Embora as chamadas artes menores estejam apenas começando a entrar nos grandes museus do mundo, o Met tem há anos uma coleção significativa de instrumentos musicais procedentes dos cinco continentes. 

A mostra recebeu críticas quando foi anunciada a primeira lista de artistas representados, visto que só havia uma mulher, a roqueira St. Vincent, entre mais de 80 homens. Mas a lista foi modificada e ficou mais equilibrada com a inclusão de artistas como Joni Mitchell, Joan Jett, Patti Smith e Lady Gaga, cujo piano futurista ocupa um lugar de destaque na exposição. 

*Correiodopovo

Inteligência artificial pode se tornar a nova estrela da música

Talvez nunca venham a lotar estádios para um show de rock, mas os computadores já são capazes de compor música e de forma bastante convincente, como demonstrado no festival South by Southwest (SXSW) no Texas.

Já foi feito um álbum inteiro com a ajuda da inteligência artificial (IA), algo sem precedentes. Trata-se de “I am AI”, que se traduziria como “Eu sou IA”, da estrela do YouTube Taryn Southern, que não sabe tocar nenhum instrumento.

A artista pop explicou que começou a experimentar com IA dois anos atrás, trabalhando com Amper, um programa de composição de música.

“Em dois dias havia composto uma canção que sentia de fato como sendo minha”, indicou Southern. “Não dependo necessariamente de outras pessoas”.

Fundado em 2014 em Nova York por um grupo de engenheiros e músicos, o Amper é parte de uma dezena de start-ups que usam inteligência artificial para romper a forma tradicional de fazer música.

O fundador da companhia e CEO Drew Silverstein disse que o objetivo não é substituir os compositores humanos, mas ajudá-los a atingir seus objetivos.

Silverstein afirmou que o programa conta com toneladas de material – desde música para dançar até música clássica – para produzir canções personalizadas.

“A ideia do Amper é permitir que todos possam se expressar através da música, independentemente de seus antecedentes e habilidades”, disse.

Utilizando uma interface bastante simples, o aplicativo permite que o usuário escolha o gênero musical (rap, folclore, rock), um ambiente (feliz, triste, enérgico) e a duração da canção. O usuário então pode variar os tempos e os instrumentos até obter um resultado satisfatório.

Duas canções foram criadas pelo Amper no SXSW: o público escolheu pop e hip-hop como gêneros, e doce e triste como ambiente. As faixas foram suficientemente agradáveis para o ouvido e perfeitamente utilizáveis como música de fundo para ilustrar um vídeo ou um jogo de computador.

Estas canções foram descritas pelo Amper como “música funcional” e não como “música artística”.

Algoritmo criativo?

Southern disse que editou as canções para seu álbum muitas vezes até chegar à melodia perfeita.

“É uma ferramenta que posso usar em meu processo criativo, ainda sou a editora, estou no assento do motorista”.

Reconheceu, no entanto, estar aterrorizada com as críticas que pode vir a receber quando seu álbum sair à venda, como aconteceu quando foram introduzidos sintetizadores ou softwares para ajudar os artistas a cantar corretamente.

Jay Boisseau, líder em tecnologias informáticas, prevê que no futuro os computadores gerarão cada vez mais músicas, mas que é pouco provável que a máquina substitua totalmente o toque humano.

“Os computadores não são muito criativos”, disse. “Podem encontrar padrões, mas não são como os humanos, não vão além de para o que estão treinadas”.

Lance Weiler concorda. O cineasta e escritor americano, que usa IA em seu trabalho, disse que a colaboração entre máquinas e artistas não deve ser desprezada, mas destacou que tem limites.

“É como interagir com uma criança”, brincou. “Pode ser muito temperamental e você precisa estabelecer padrões para que não se machuque”.

Silverstein ressaltou que embora a IA tenha sido útil para uma meta objetiva – “uma resposta de sim ou não” -, quando se trata de experimentação artística, está longe de ser perfeita.

Para alguns, estes argumentos não são convincentes, como expressou um músico britânico no SXSW que questionou se o termo criatividade poderia ser aplicado à música gerada por computador.

“É um algoritmo”, disse Boisseau. “Não quer dizer que as pessoas não vão desfrutá-la, mas não é completamente nova (…) não pode ser considerada ‘criativa'”.

“Ainda não”, respondeu Silverstein.

*G1

Os Serranos celebra 50 anos de carreira com shows em Porto Alegre

Repertório vai fazer um passeio pelas cinco décadas do grupo | Foto: Eduardo Rocha / Reprodução / Facebook

A comemoração dos 50 anos de carreira do grupo de música gaúcha Os Serranos será marcada por dois shows em Porto Alegre. As apresentações ocorrem nesta quarta e quinta-feira, sempre às 21h, no Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/nº). Os ingressos estão à venda pelo site, com valores que variam de R$ 35 a R$ 100 (inteira).

O espetáculo vai fazer um passeio pelas cinco décadas do conjunto, dando destaque para os principais sucessos. Além disso, o show também contará com convidados especiais, entre eles Frutuoso Araújo, que junto de Edson Dutra formou a dupla de gaiteiros que deu origem ao que depois se tornaria Os Serranos.

Ao longo da trajetória, o grupo lançou mais de 30 álbuns e LPs. Precursores da música tradicionalista, Os Serranos também já recebeu duas indicações ao Grammy Latino.

*Coreriodopovo.com.br

Sandy cai na sofrência em balada gravada com a dupla Anavitória para o disco ‘Nós, Voz, Eles’

Sandy Leah cai na sofrência sem perder a classe e a ternura. Mas não cai sozinha. É na companhia de Ana Caetano e Vitória Falcão – cantoras e compositoras que formam a dupla Anavitória – que Sandy apresenta hoje mais uma música do projeto gregário Nós, Voz, Eles. Trata-se do single Pra me refazer.

Com refrão tão doído quanto pegajoso, Pra me refazer é balada triste formatada em estilo clássico sob a direção musical de Lucas Lima – introduzida por piano no arranjo que ganha intensidade crescente com a adição de cordas – para o terceiro álbum solo de estúdio da cantora e compositora paulista.

Capa do single 'Pra me refazer', de Sandy com Anavitória — Foto: Divulgação

Capa do single ‘Pra me refazer’, de Sandy com Anavitória — Foto: Divulgação

Além de formar trio com Anavitória no canto dessa balada, Sandy assina a canção de (des)amor em parceria com Ana Caetano, Vitória Falcão, Lucas Lima e Deco Martins.

No álbum Nós, Voz, Eles, Sandy faz dueto Maria Gadú em No escuro(Sandy Leah e Lucas Lima), com Thiaguinho em faixa ainda não divulgada e com o próprio Lucas Lima, parceiro e convidado da artista na canção Areia. A banda Melim também participa do disco de Sandy.

*G1

Joelma volta ao mercado com o single e o clipe da música inédita ’18 quilates’

Desde abril de 2017, mês em que lançou o álbum ao vivo e DVD Avante(Universal Music), a cantora paraense Joelma apresentou somente uma música inédita, Perdeu a razão (Waléria Leão, Gabriel Agra e Thales Lessa, 2018), gravada com a participação da cantora Marília Mendonça e lançada em março em single que direcionou Joelma para o universo sertanejo.

Nesta semana, a ex-vocalista da Banda Calypso dá continuidade à carreira solo iniciada em 2016 e apresenta mais uma música inédita, 18 quilates. Composição de Cinara Sousa, Felipe Goffi, Gabriel Vitor e Leo Brandão, 18 quilates será lançada em single – disponível nas plataformas digitais na próxima sexta-feira, 14 de setembro – e em clipe filmado sob direção de Bruno Fioravanti.

O clipe de 18 quilates será apresentado na quinta-feira, um dia antes do single gravado sob produção musical de Blener Maycom, o mesmo que formatou o single Perdeu a razão.

*G1

Loja dos EUA descobre que comprou violino raro por apenas 50 dólares

Uma loja de penhores na cidade de Somerville, em Massachusetts, nos Estados Unidos, descobriu, na última semana, que comprou um violino avaliado em 250 mil dólares por apenas 50 dólares. De acordo com o canal Boston 25 News, o instrumento, uma peça única da marca Ferdinando Gagliano feito à mão em 1759, havia sido roubado durante a invasão de uma casa na mesma cidade.

A situação só foi revelada quando o departamento de polícia de Somerville entrou em contato para avisar sobre o roubo. A pessoa que vendeu o violino não possui antecedentes criminais. Dylan McDermitt, gerente da loja, explicou que é obrigado por lei a guardar os objetos à venda por 30 dias antes de comercializá-los para garantir que eles não sejam roubados. A ocorrência está sendo investigada e o instrumento será devolvido para o dono original.

*Imagem ilustrativa

*Correiodopovo